ARGENTINA SE TORNA NOVA PRESIDENTE DO MERCOSUL APÓS EXPULSÃO DA VENEZUELA.
#Mercosul passa à ter presidencia após um ano sem líderança.
A reunião aconteceu na tarde dessa Quarta-Feira na Argentina, com presença de autoridades de cada país membro e representante da Venezuela, que não aceita a expulsão e declarou que irá permanecer no grupo. "Esses presidentes (do bloco) insistem que a Venezuela não deve participar. Bem, vamos entrar pela janela, porque viemos aqui para defender os direitos da Venezuela e defender e fazer valer os direitos do Mercosul" disse a chanceler venezuelana Delcy Rodríguez.
À Venezuela destacou que à sua expulsão é ilegal pois o país incorporou 1.479 regras do bloco, que vale 95% dos serviços obrigatórios para cada nação.
ENTENDA: Os países integrante ao principal bloco econômico da América Latina: Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, são contra a liderança da Venezuela no grupo, devido a forte crise que o país vizinho passa como: falta de comida, remédios, água, desemprego em alta e inflação batendo recordes. A não realização de regras do país dentro do grupo também afetam sua participação no bloco. De acordo com à Venezuela, algumas normas do Mercosul afetam o trabalho interno do país.
A má estrutura financeira da Venezuela, segundo nações parceiras, pode colocar o "Mercosul" em risco afetando os demais integrantes do bloco. Reuniões para nomear outro país foram realizadas durante o ano mas sem sucesso.
COMO FUNCIONA? A rotatividade do grupo funciona em ordem alfabética: Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela. Nesse caso o Brasil votaria à ser líder no segundo semestre de 2017, dando continuidade à ordem. As reuniões servem para discutir um novo estado para substituir à Venezuela, que não aceita deixar a liderança.
A liderança da Venezuela não é reconhecida pelos demais países do bloco, deixando o 'Mercosul' sem país sede da presidência.
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| Sede do Mercosul no Uruguai |


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