MICHEL TEMER QUER CEDER BASE ESPACIAL DO BRASIL AOS EUA.
O governo brasileiro estuda ceder suas bases astronômicas espaciais para os Estados Unidos lançar foguetes no país nos próximos anos. O projeto disponibiliza o uso da base de lançamento de satélites de Alcântara, Maranhão, com a perspectiva de ter acesso ao uso de tecnologia espacial, segundo informa o Ministério das Relações Exteriores.
O objetivo é reforças os laços do país com os americanos em projetos voltados a tecnologia e colocar o Brasil na rota de serviços espaciais. "O governo brasileiro está mantendo discussões internas sobre a possibilidade de retomada das negociações com os EUA sobre o uso do Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão", informou o governo.
O potencial da base, localização, tecnologia foram levados em conta pelo governo em ceder o espaço para trabalhos internacionais. A base permite colocar em órbita de forma mais rápida os foguetes com economia de 30% de combustível em relação às outras bases ao redor do mundo.
O governo de Michel Temer avalia também que essa negociação possa supor a "eliminação de barreiras para o uso de tecnologias sensíveis para o Brasil, inclusive no desenvolvimento do programa espacial brasileiro". O chanceler do país, José Serra, disse que esta negociação será uma das primeiras medidas à serem discutidas com o novo presidente americano, Donald Trump.
O objetivo é reforças os laços do país com os americanos em projetos voltados a tecnologia e colocar o Brasil na rota de serviços espaciais. "O governo brasileiro está mantendo discussões internas sobre a possibilidade de retomada das negociações com os EUA sobre o uso do Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão", informou o governo.
O potencial da base, localização, tecnologia foram levados em conta pelo governo em ceder o espaço para trabalhos internacionais. A base permite colocar em órbita de forma mais rápida os foguetes com economia de 30% de combustível em relação às outras bases ao redor do mundo.
O governo de Michel Temer avalia também que essa negociação possa supor a "eliminação de barreiras para o uso de tecnologias sensíveis para o Brasil, inclusive no desenvolvimento do programa espacial brasileiro". O chanceler do país, José Serra, disse que esta negociação será uma das primeiras medidas à serem discutidas com o novo presidente americano, Donald Trump.
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| Base Nacional de Alcântara |
BRASIL LANÇARÁ FOGUETE NO ESPAÇO: O Brasil está planejando lançar sua primeira missão espacial à Lua para Dezembro de 2020. O projeto foi anunciado em 29 de Novembro, Terça-Feira de 2016 pela Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo, (EESC-USP). O lançamento será realizado em uma parceria entre duas empresas britânicas com as agências espaciais da Europa, (ESA), e do Reino Unido (UK Space Agency).
A Garatéa-L, (nome do foguete), terá contribuições e participantes do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), da USP, do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), do Instituto Mauá de Tecnologia e da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).
O engenheiro espacial da Airvantis e gerente do projeto Garatéa-L, Lucas Fonseca, destaca que "A ideia é nos beneficiarmos da recente revolução dos nanossatélites, mais conhecidos como cubesats, para colocar o País no mapa da exploração interplanetária", afirmou.
Patrocinadores e o valor da operação para chegada à Lua não foi divulgado. O objetivo da missão brasileira é captar dados do espaço. O projeto não terá supervisão da NASA. No entanto, o projeto está em fase de teste com satélites.
A Garatéa-L, (nome do foguete), terá contribuições e participantes do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), da USP, do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), do Instituto Mauá de Tecnologia e da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).
O engenheiro espacial da Airvantis e gerente do projeto Garatéa-L, Lucas Fonseca, destaca que "A ideia é nos beneficiarmos da recente revolução dos nanossatélites, mais conhecidos como cubesats, para colocar o País no mapa da exploração interplanetária", afirmou.
Patrocinadores e o valor da operação para chegada à Lua não foi divulgado. O objetivo da missão brasileira é captar dados do espaço. O projeto não terá supervisão da NASA. No entanto, o projeto está em fase de teste com satélites.
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| Foguete será lançado em 2020 |



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