AUTORIDADES ESTADUNIDENSES INVESTIGAM FACEBOOK POR ROUBO DE DADOS DE USUÁRIOS.
#Parlamento britânico convocou Mark Zuckerberg, para explicar a suposta filtragem de dados de mais de 50 milhões de usuários.
A Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC, na sigla em inglês) está investigando o Facebook pelo acesso a informações privadas de cerca de 50 milhões de usuários por parte de uma empresa de análise de dados vinculada ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informaram nesta terça-feira veículos de imprensa americanos.
A comissão está investigando se a popular rede social violou os termos de seu contrato de consentimento, estabelecido em 2011, ao fornecer dados dos seus usuários à companhia Cambridge Analytica, que em 2014 obteve tais informações, segundo a "Bloomberg".
A companhia britânica, que colaborou com a campanha de Trump em relação às eleições presidenciais de 2016, usou as informações para desenvolver um software destinado a prever as decisões dos eleitores e influir nelas.
Cabe destacar que entre os investidores da Cambridge Analytica estão o ex-estrategista chefe de Trump e ex-chefe de sua campanha eleitoral em 2016, Steve Bannon, e um conhecido doador republicano, Robert Mercer.
Em seu contrato de 2011, o Facebook se comprometia a solicitar o consentimento dos seus usuários antes de realizar determinadas mudanças nas preferências de privacidade, como parte de um acordo com o Estado, que na ocasião acusava a rede social de enganar os consumidores ao compartilhar informações com empresas terceiras sem autorização.
Se for considerado culpado, o Facebook poderia ter que pagar multas milionárias pela violação do acordo com seus usuários.
Reino Unido convoca Facebook: Uma comissão do Parlamento britânico convocou nesta terça-feira o fundador e presidente da rede social Facebook, Mark Zuckerberg, para explicar a suposta filtragem de dados de mais de 50 milhões de usuários que pode ter influenciado na campanha eleitoral e vitória do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O presidente do Comitê de Assuntos Digitais, Cultura, Meios de Comunicação e Esportes da Câmara dos Comuns, Damian Collins, enviou uma carta a Zuckerberg na qual pede que compareça para oferecer "evidência oral" sobre o caso revelado pelos jornais "The New York Times " e "The Observer".
"É hora de escutar um alto cargo do Facebook com a suficiente autoridade para oferecer uma explicação detalhada sobre este catastrófico erro de procedimento", aponta o documento, dirigido à sede central da rede social em Menlo Park (Califórnia).
O responsável do comitê, que em novembro abriu uma investigação sobre a propagação de notícias falsas, indica nessa carta que os representantes do Facebook que responderam até agora às perguntas planejadas no marco dessas investigações deram respostas "enganosas".
"As respostas de seus funcionários subestimaram os riscos de forma consistente", advertiu o presidente do Comitê Parlamentar, que recalca que questionou "de forma repetida" a firma americana sobre como "adquire e conserva" os dados dos usuários.
Collins sublinhou que existe um "importante interesse público" em conhecer as medidas de segurança estabelecidas pelo Facebook em relação à proteção de dados.
"Por esse motivo, tenho certeza de que o senhor compreenderá a necessidade de um representante do mais alto nível da organização para abordar essas preocupações. Dado o compromisso ao início deste ano para "consertar" o Facebook, espero que esse representante seja o senhor", afirma a carta dirigida a Zuckerberg.
O comitê parlamentar outorga à companhia um prazo até a próxima segunda-feira para enviar uma resposta à citação.
O pedido dessa comissão ocorreu depois que nesta manhã o organismo britânico de supervisão de dados informáticos anunciou que solicitará uma ordem judicial para revistar computadores da empresa Cambridge Analytica.
Segundo os jornais "The New York Times" e "The Observer", essa empresa britânica, que foi contratada tanto pelos responsáveis da campanha eleitoral de Trump como pela campanha a favor do "Brexit", prévia ao referendo no Reino Unido em junho de 2016, recopilou informações de milhões de eleitores através do Facebook.
A partir desses dados, desenhou um programa informático para predizer o sentido de voto de milhões de pessoas e tratar de influenciar em suas decisões, segundo as revelações de ambos jornais.
A Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC, na sigla em inglês) está investigando o Facebook pelo acesso a informações privadas de cerca de 50 milhões de usuários por parte de uma empresa de análise de dados vinculada ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informaram nesta terça-feira veículos de imprensa americanos.
A comissão está investigando se a popular rede social violou os termos de seu contrato de consentimento, estabelecido em 2011, ao fornecer dados dos seus usuários à companhia Cambridge Analytica, que em 2014 obteve tais informações, segundo a "Bloomberg".
A companhia britânica, que colaborou com a campanha de Trump em relação às eleições presidenciais de 2016, usou as informações para desenvolver um software destinado a prever as decisões dos eleitores e influir nelas.
Cabe destacar que entre os investidores da Cambridge Analytica estão o ex-estrategista chefe de Trump e ex-chefe de sua campanha eleitoral em 2016, Steve Bannon, e um conhecido doador republicano, Robert Mercer.
Em seu contrato de 2011, o Facebook se comprometia a solicitar o consentimento dos seus usuários antes de realizar determinadas mudanças nas preferências de privacidade, como parte de um acordo com o Estado, que na ocasião acusava a rede social de enganar os consumidores ao compartilhar informações com empresas terceiras sem autorização.
Se for considerado culpado, o Facebook poderia ter que pagar multas milionárias pela violação do acordo com seus usuários.
Reino Unido convoca Facebook: Uma comissão do Parlamento britânico convocou nesta terça-feira o fundador e presidente da rede social Facebook, Mark Zuckerberg, para explicar a suposta filtragem de dados de mais de 50 milhões de usuários que pode ter influenciado na campanha eleitoral e vitória do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O presidente do Comitê de Assuntos Digitais, Cultura, Meios de Comunicação e Esportes da Câmara dos Comuns, Damian Collins, enviou uma carta a Zuckerberg na qual pede que compareça para oferecer "evidência oral" sobre o caso revelado pelos jornais "The New York Times " e "The Observer".
"É hora de escutar um alto cargo do Facebook com a suficiente autoridade para oferecer uma explicação detalhada sobre este catastrófico erro de procedimento", aponta o documento, dirigido à sede central da rede social em Menlo Park (Califórnia).
O responsável do comitê, que em novembro abriu uma investigação sobre a propagação de notícias falsas, indica nessa carta que os representantes do Facebook que responderam até agora às perguntas planejadas no marco dessas investigações deram respostas "enganosas".
"As respostas de seus funcionários subestimaram os riscos de forma consistente", advertiu o presidente do Comitê Parlamentar, que recalca que questionou "de forma repetida" a firma americana sobre como "adquire e conserva" os dados dos usuários.
Collins sublinhou que existe um "importante interesse público" em conhecer as medidas de segurança estabelecidas pelo Facebook em relação à proteção de dados.
"Por esse motivo, tenho certeza de que o senhor compreenderá a necessidade de um representante do mais alto nível da organização para abordar essas preocupações. Dado o compromisso ao início deste ano para "consertar" o Facebook, espero que esse representante seja o senhor", afirma a carta dirigida a Zuckerberg.
O comitê parlamentar outorga à companhia um prazo até a próxima segunda-feira para enviar uma resposta à citação.
O pedido dessa comissão ocorreu depois que nesta manhã o organismo britânico de supervisão de dados informáticos anunciou que solicitará uma ordem judicial para revistar computadores da empresa Cambridge Analytica.
Segundo os jornais "The New York Times" e "The Observer", essa empresa britânica, que foi contratada tanto pelos responsáveis da campanha eleitoral de Trump como pela campanha a favor do "Brexit", prévia ao referendo no Reino Unido em junho de 2016, recopilou informações de milhões de eleitores através do Facebook.
A partir desses dados, desenhou um programa informático para predizer o sentido de voto de milhões de pessoas e tratar de influenciar em suas decisões, segundo as revelações de ambos jornais.
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| Fcebook é obrigado a prestar contas sobre roubo de dados pessoas de 50 milhões de usuários |

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