66.4% DOS IRLANDESES VOTAM A FAVOR DO ABORTO.
#Eleição para legalizar aborto na Irlanda esperou 2.1 milões de votantes.
O "sim" ao direito ao aborto venceu o referendo histórico realizado na Irlanda neste sábado (26). Dos 2,1 milhões de irlandeses votantes, 66,4% se mostraram favoráveis a revogar a oitava emenda à Constituição da Irlanda, que proibia a interrupção voluntária da gestação. A decisão é histórica em um país com fortes raízes católicas.
Depois de confirmados os resultados, o próximo passo será o governo redigir um novo projeto de lei, autorizando o aborto durante as 12 primeiras semanas de gestação e até as 24 semanas por motivos de saúde.
Os resultados definitivos foram divulgados à tarde no castelo de Dublin, três anos depois da legalização, também por referendo, do casamento homossexual.
Varadkar prometeu um projeto de lei até o verão (hemisfério norte). O objetivo é conseguir sua aprovação antes do fim do ano no Parlamento. O texto deve ser adotado sem dificuldade na Casa, já que os líderes dos dois principais partidos da oposição, Fianna Fail e Sinn Fein, apoiam a reforma. O governo se reunirá na terça-feira.
Fim da "era da escuridão"
"O voto pelo 'sim' aponta um imenso desejo de mudança que ninguém esperava", escreveu o "Irish Times". Quase 3,5 milhões de eleitores foram chamados às urnas depois de uma dura campanha. A participação foi de 63%.
A mobilização do eleitorado foi um dos principais eixos dos ativistas anti e pró-aborto. Os primeiros contavam com uma mobilização da Irlanda rural, enquanto o segundo incentivava os jovens a se registrarem e votarem.
A consulta abordou especificamente a questão da revogação da oitava emenda à Constituição irlandesa, introduzida em 1983, que proíbe o aborto em nome do direito à vida "do nascituro (...) igual ao da mãe".
Em 2013, uma reforma foi introduzida para que as mulheres cujas vidas estavam em perigo devido à gravidez pudessem interrompê-la, após a morte devido à septicemia de uma mulher grávida.
O "sim" ao direito ao aborto venceu o referendo histórico realizado na Irlanda neste sábado (26). Dos 2,1 milhões de irlandeses votantes, 66,4% se mostraram favoráveis a revogar a oitava emenda à Constituição da Irlanda, que proibia a interrupção voluntária da gestação. A decisão é histórica em um país com fortes raízes católicas.
Depois de confirmados os resultados, o próximo passo será o governo redigir um novo projeto de lei, autorizando o aborto durante as 12 primeiras semanas de gestação e até as 24 semanas por motivos de saúde.
Os resultados definitivos foram divulgados à tarde no castelo de Dublin, três anos depois da legalização, também por referendo, do casamento homossexual.
Varadkar prometeu um projeto de lei até o verão (hemisfério norte). O objetivo é conseguir sua aprovação antes do fim do ano no Parlamento. O texto deve ser adotado sem dificuldade na Casa, já que os líderes dos dois principais partidos da oposição, Fianna Fail e Sinn Fein, apoiam a reforma. O governo se reunirá na terça-feira.
Fim da "era da escuridão"
"O voto pelo 'sim' aponta um imenso desejo de mudança que ninguém esperava", escreveu o "Irish Times". Quase 3,5 milhões de eleitores foram chamados às urnas depois de uma dura campanha. A participação foi de 63%.
A mobilização do eleitorado foi um dos principais eixos dos ativistas anti e pró-aborto. Os primeiros contavam com uma mobilização da Irlanda rural, enquanto o segundo incentivava os jovens a se registrarem e votarem.
A consulta abordou especificamente a questão da revogação da oitava emenda à Constituição irlandesa, introduzida em 1983, que proíbe o aborto em nome do direito à vida "do nascituro (...) igual ao da mãe".
Em 2013, uma reforma foi introduzida para que as mulheres cujas vidas estavam em perigo devido à gravidez pudessem interrompê-la, após a morte devido à septicemia de uma mulher grávida.
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| Irlanda aprova aborto com 66.4% dos votos favoraveis |

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