MARCHA DA MACONHA REÚNE MILHARES EM SÃO PAULO E BELO HORIZONTE.
#Marcha da maconha pediu a legalização da erva para usomedicinal e recreativo.
Manifestantes se reuniram na avenida Paulista, em São Paulo, na tarde deste sábado (26), para mais uma edição da Marcha da Maconha. Segundo um evento divulgado no Facebook —e com mais de 40 mil pessoas confirmadas—, trata-se da décima edição.
A mesma publicação confirmava que a manifestação aconteceria mesmo com a paralisação dos caminhoneiros.
A contração estava marcada para começar às 14h20 no vão do MASP e a marcha, que seguiu sentido avenida Brigadeiro Luís Antônio, começou às 16h20 —número simbólico para usuários da droga.
O público presente —ainda sem estimativa oficial—, cercou um trio elétrico que, escoltado por policiais, interditou parcialmente os dois sentidos da via. No momento da publicação deste texto, a pista sentido avenida Brigadeiro começou a ser liberada.
Segundo os policiais militares abordados pela reportagem, nenhum incidente grave foi registrado até então.
Manifestantes abordados, que pediram para não serem identificados, disseram à reportagem que o uso da droga “estava liberado” e que ninguém foi abordado, no momento da marcha, por fumar maconha.
Já na capital mineira, os ativistas se encontraram, no mesmo horário, na praça da Estação, de onde rumam para a praça da Liberdade, no centro de BH. O foco dos manifestantes em 2018 é a crítica à militarização da cidade do Rio de Janeiro, contra a qual eles defendem a legalização das drogas como forma de enfraquecer o tráfico e o crime organizado.
A luta pela descriminalização da maconha no Brasil teve início na abertura política do início dos anos 1980. Foi quando grupos de pesquisadores, universitários, artistas, juristas e médicos passaram a se manifestar pela descriminalização das drogas.
Em 2011, uma decisão unânime do Supremo Tribunal Federal ( STF ) definiu que a “ Marcha da Maconha ” não é apologia ao crime, como antes interpretava a Polícia Militar. Meses antes da votação, a Polícia Militar de São Paulo reprimiu com violência a marcha de 21 de maio, que reuniu com cerca de 500 pessoas.
Com o passar dos anos as marchas cresceram. Em 2017, a manifestação reuniu mais de 20 mil pessoas em São Paulo, exemplo seguido por outras 40 cidades no país, que passaram também a realizar, sempre no mês de maio, passeatas semelhantes.
Manifestantes se reuniram na avenida Paulista, em São Paulo, na tarde deste sábado (26), para mais uma edição da Marcha da Maconha. Segundo um evento divulgado no Facebook —e com mais de 40 mil pessoas confirmadas—, trata-se da décima edição.
A mesma publicação confirmava que a manifestação aconteceria mesmo com a paralisação dos caminhoneiros.
A contração estava marcada para começar às 14h20 no vão do MASP e a marcha, que seguiu sentido avenida Brigadeiro Luís Antônio, começou às 16h20 —número simbólico para usuários da droga.
O público presente —ainda sem estimativa oficial—, cercou um trio elétrico que, escoltado por policiais, interditou parcialmente os dois sentidos da via. No momento da publicação deste texto, a pista sentido avenida Brigadeiro começou a ser liberada.
Segundo os policiais militares abordados pela reportagem, nenhum incidente grave foi registrado até então.
Manifestantes abordados, que pediram para não serem identificados, disseram à reportagem que o uso da droga “estava liberado” e que ninguém foi abordado, no momento da marcha, por fumar maconha.
Já na capital mineira, os ativistas se encontraram, no mesmo horário, na praça da Estação, de onde rumam para a praça da Liberdade, no centro de BH. O foco dos manifestantes em 2018 é a crítica à militarização da cidade do Rio de Janeiro, contra a qual eles defendem a legalização das drogas como forma de enfraquecer o tráfico e o crime organizado.
A luta pela descriminalização da maconha no Brasil teve início na abertura política do início dos anos 1980. Foi quando grupos de pesquisadores, universitários, artistas, juristas e médicos passaram a se manifestar pela descriminalização das drogas.
Em 2011, uma decisão unânime do Supremo Tribunal Federal ( STF ) definiu que a “ Marcha da Maconha ” não é apologia ao crime, como antes interpretava a Polícia Militar. Meses antes da votação, a Polícia Militar de São Paulo reprimiu com violência a marcha de 21 de maio, que reuniu com cerca de 500 pessoas.
Com o passar dos anos as marchas cresceram. Em 2017, a manifestação reuniu mais de 20 mil pessoas em São Paulo, exemplo seguido por outras 40 cidades no país, que passaram também a realizar, sempre no mês de maio, passeatas semelhantes.
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| São Paulo e Belo Horizonte marcham a favor da maconha no país |

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