NICOLÁS MADURO É REELEITO PRESIDENTE DA VENEZUELA COM 68% DOS VOTOS.
#Maduro registrou 5.8 milhões de votos contra 1,8 milhão (21%) para o oposicionista Henri Falcón.
Em votação marcada pelo baixo comparecimento e não reconhecida pelo seu principal adversário, o ditador venezuelano, Nicolás Maduro, 55, foi reeleito neste domingo (20) para um novo mandato de seis anos, segundo o CNE (Conselho Nacional Eleitoral).
Com 92,6% das urnas apuradas, o chavista obteve mais de 5,8 milhões, ou 68% dos votos válidos, contra pouco mais de 1,8 milhão (21%) para o oposicionista Henri Falcón. Em terceiro, ficou o pastor evangélico Javier Bertucci, com 925 mil (11%).
A abstenção chegou a 54%. Na eleição presidencial anterior, em 2013, esse percentual foi de 20,3%.
"Obrigado por me fazer presidente da República Bolivariana da Venezuela no período 2019-2025", disse Maduro, no discurso da vitória, no Palácio de Miraflores. "Quanto me subestimaram, e aqui estou."
A vitória oficialista ocorre apesar de o seu governo ser rechaçado pela maioria da população, segundo as pesquisas de opinião mais confiáveis, que colocavam o ex-chavista Falcón como favorito.
Pouco antes do anúncio do resultado, Falcón acusou Maduro de usar a máquina estatal para vencer o pleito. "Não reconhecemos este processo eleitoral. Para nós, não houve eleições, é preciso fazer novas eleições na Venezuela.”
Em resposta, Maduro chamou o opositor de "falsón" por não aceitar a derrota. "É uma falta de respeito contra você, compatriota."
Com o resultado, o chavismo, no poder desde 1999, aparenta ganhar uma sobrevida, em meio à mais grave crise econômica da história venezuelana.
O triunfo de Maduro diminui as chances de a Venezuela reverter seu agudo processo de deterioro. Em recessão desde 2013 —e com umahiperinflação de quase 14.000%, a penúria do país tem levado centenas de milhares de pessoas a emigrar, fugindo da fome e da violência.
Sem a participação dos principais líderes oposicionistas, declarados inelegíveis, a eleição de domingo não é reconhecida pela União Europeia, pelos EUA, pelo Canadá e pela Colômbia, entre outros países.
O Brasil, que teve seu embaixador expulso de Caracas em dezembro, vem criticando a escalada autoritária na Venezuela e não reconhece a legitimidade do pleito, mas avalia que precisa manter um relacionamento mínimo para tratar de temas bilaterais com o país vizinho.
Em votação marcada pelo baixo comparecimento e não reconhecida pelo seu principal adversário, o ditador venezuelano, Nicolás Maduro, 55, foi reeleito neste domingo (20) para um novo mandato de seis anos, segundo o CNE (Conselho Nacional Eleitoral).
Com 92,6% das urnas apuradas, o chavista obteve mais de 5,8 milhões, ou 68% dos votos válidos, contra pouco mais de 1,8 milhão (21%) para o oposicionista Henri Falcón. Em terceiro, ficou o pastor evangélico Javier Bertucci, com 925 mil (11%).
A abstenção chegou a 54%. Na eleição presidencial anterior, em 2013, esse percentual foi de 20,3%.
"Obrigado por me fazer presidente da República Bolivariana da Venezuela no período 2019-2025", disse Maduro, no discurso da vitória, no Palácio de Miraflores. "Quanto me subestimaram, e aqui estou."
A vitória oficialista ocorre apesar de o seu governo ser rechaçado pela maioria da população, segundo as pesquisas de opinião mais confiáveis, que colocavam o ex-chavista Falcón como favorito.
Pouco antes do anúncio do resultado, Falcón acusou Maduro de usar a máquina estatal para vencer o pleito. "Não reconhecemos este processo eleitoral. Para nós, não houve eleições, é preciso fazer novas eleições na Venezuela.”
Em resposta, Maduro chamou o opositor de "falsón" por não aceitar a derrota. "É uma falta de respeito contra você, compatriota."
Com o resultado, o chavismo, no poder desde 1999, aparenta ganhar uma sobrevida, em meio à mais grave crise econômica da história venezuelana.
O triunfo de Maduro diminui as chances de a Venezuela reverter seu agudo processo de deterioro. Em recessão desde 2013 —e com umahiperinflação de quase 14.000%, a penúria do país tem levado centenas de milhares de pessoas a emigrar, fugindo da fome e da violência.
Sem a participação dos principais líderes oposicionistas, declarados inelegíveis, a eleição de domingo não é reconhecida pela União Europeia, pelos EUA, pelo Canadá e pela Colômbia, entre outros países.
O Brasil, que teve seu embaixador expulso de Caracas em dezembro, vem criticando a escalada autoritária na Venezuela e não reconhece a legitimidade do pleito, mas avalia que precisa manter um relacionamento mínimo para tratar de temas bilaterais com o país vizinho.
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| Nicolás Maduro é reeleito presidente da Venezuela com 68% dos votos |

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