VÍTIMAS DO DESABAMENTO DO PRÉDIO EM SP PASSAM SEGUNDA NOITE NO FRIO.
#SP registrou a menor temperatura do ano com termômetros marcando, em média, 8 graus Celsius (°C).
Dezenas de famílias acampadas em barracas no Largo do Paissandu estão enfrentando hoje (21) a segunda noite de frio intenso no centro da capital paulista. Parte delas é de ex-moradores do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou no último dia 1º em razão de um incêndio.
Na última madrugada, São Paulo registrou a menor temperatura do ano, com termômetros marcando, em média, 8 graus Celsius (°C). Às 21 horas de hoje, a região central da cidade estava com 14ºC. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da prefeitura, a cidade deverá registrar, em média, na próxima madrugada, 9ºC.
A Defensoria Pública de São Paulo e a Defensoria Pública da União ingressaram na tarde de hoje com uma ação civil pública pedindo atendimento emergencial às famílias que viviam no prédio que desabou. A ação, proposta na Justiça Federal de São Paulo, pede liminarmente, que União, estado e município forneçam um imóvel adequado para abrigar todas as famílias.
No pedido, são sugeridos três edifícios – imóveis vazios, próximos ao incidente e próprios para uso habitacional. É solicitado ainda o pagamento do auxílio aluguel por prazo indeterminado, que deverá ser reajustado anualmente, até a entrega de atendimento habitacional definitivo.
Além disso, a ação solicita também que, até o fornecimento da habitação, seja oferecida “uma estrutura digna de abrigamento” às vítimas que estão instaladas no Largo Paissandu, como tenda para proteção, local para armazenamento de doações recebidas e segurança dos ocupantes, local para a realização de alimentação e higiene pessoal, com disponibilização de banheiros químicos.
“Após o incêndio e desabamento do edifício, representantes dos governos federal, estadual e municipal compareceram à área e informaram que seria fornecido auxílio assistencial às famílias, bem como atendimento habitacional. Contudo, de forma imediata, apenas houve a disponibilização de vagas em albergues municipais, utilizados pela população em situação de rua”, diz texto de nota da defensoria pública.
Dezenas de famílias acampadas em barracas no Largo do Paissandu estão enfrentando hoje (21) a segunda noite de frio intenso no centro da capital paulista. Parte delas é de ex-moradores do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou no último dia 1º em razão de um incêndio.
Na última madrugada, São Paulo registrou a menor temperatura do ano, com termômetros marcando, em média, 8 graus Celsius (°C). Às 21 horas de hoje, a região central da cidade estava com 14ºC. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da prefeitura, a cidade deverá registrar, em média, na próxima madrugada, 9ºC.
A Defensoria Pública de São Paulo e a Defensoria Pública da União ingressaram na tarde de hoje com uma ação civil pública pedindo atendimento emergencial às famílias que viviam no prédio que desabou. A ação, proposta na Justiça Federal de São Paulo, pede liminarmente, que União, estado e município forneçam um imóvel adequado para abrigar todas as famílias.
No pedido, são sugeridos três edifícios – imóveis vazios, próximos ao incidente e próprios para uso habitacional. É solicitado ainda o pagamento do auxílio aluguel por prazo indeterminado, que deverá ser reajustado anualmente, até a entrega de atendimento habitacional definitivo.
Além disso, a ação solicita também que, até o fornecimento da habitação, seja oferecida “uma estrutura digna de abrigamento” às vítimas que estão instaladas no Largo Paissandu, como tenda para proteção, local para armazenamento de doações recebidas e segurança dos ocupantes, local para a realização de alimentação e higiene pessoal, com disponibilização de banheiros químicos.
“Após o incêndio e desabamento do edifício, representantes dos governos federal, estadual e municipal compareceram à área e informaram que seria fornecido auxílio assistencial às famílias, bem como atendimento habitacional. Contudo, de forma imediata, apenas houve a disponibilização de vagas em albergues municipais, utilizados pela população em situação de rua”, diz texto de nota da defensoria pública.
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| Acampados na praça Largo do Paissandu passam segunda noite de frio intenso |

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