ILHA DE BERMUDAS VOLTA A LEGALIZAR CASAMENTO HOMOSSEXUAL.
#Bermudas anunciou que vai recorrer da decisão e que a Justiça determinou que os casamentos de homossexuais só passam a valer daqui seis semanas.
Os casamentos entre pessoas do mesmo sexo voltarão a ser permitidos em Bermudas depois que a Suprema Corte do país ter considerado inconstitucional e revogado nesta quarta-feira a nova lei de uniões domésticas que proibia a união entre homossexuais e só permitia o matrimônio entre homem e mulher.
O governo de Bermudas anunciou que vai recorrer da decisão e que a Justiça determinou que os casamentos de homossexuais só passam a valer daqui seis semanas.
O juiz Ian Kawaley anunciou nesta Quarta-Feira, 06, que muitos aspectos da lei de uniões domésticas são "inconstitucionais" e "inválidos", entre eles a própria proibição do casamento entre homossexuais.
O magistrado, além disso, lembrou que a Constituição das Bahamas concede "o direito à liberdade de consciência e credo".
No último dia 1º, a Lei de Uniões Domésticas entrou em vigor em Bermudas, uma norma que reconhecia e protegia as relações entre pessoas do mesmo sexo, mas que acabava com os casamentos entre homossexuais que colocaram o território ultramarino britânico em 2017 na vanguarda dos direitos sociais no mundo.
Bermudas, um arquipélago situado no Oceano Atlântico em frente à costa leste dos Estados Unidos, não permitia os casamentos entre pessoas do mesmo sexo devido à entrada em vigor da citada lei, que hoje foi revogada.
Por isso, o território formado por mais de 150 ilhas e com cerca de 65 mil habitantes passou de uma referência para a comunidade LGBT de todo o mundo para se transformar no primeiro a revogar uma lei que permitia a união entre pessoas do mesmo sexo.
O ministro de Assuntos Domésticos do país, Walton Brown, afirmou em comunicado que o governo tem a intenção de recorrer.
"Não está previsto que isso (a nova regra) entre em vigor imediatamente. Será em seis semanas para dar tempo para o governo decidir se recorre ou não", explicou o ministro.
As reações não demoraram e muitas organizações de defesa dos direitos dos homossexuais comemoraram a decisão, como a OUTBermuda, que se juntou ao requerimento de Ferguson e disse em comunicado que "o amor voltou a vencer".
"Nossos corações e esperanças estão cheios de agradecimentos para esta histórica decisão da Suprema Corte e por seu reconhecimento de que todas as famílias em Bermudas têm importância", celebrou a OUTBermuda.
A condição das Bermudas como destino turístico e o fato de que os casamentos entre pessoas do mesmo sexo também poderão ser celebrados em cruzeiros com bandeira desse país transformou o arquipélago em uma referência mundial, que agora recupera sua condição como um dos paraísos da comunidade LGBT.
Os casamentos entre pessoas do mesmo sexo voltarão a ser permitidos em Bermudas depois que a Suprema Corte do país ter considerado inconstitucional e revogado nesta quarta-feira a nova lei de uniões domésticas que proibia a união entre homossexuais e só permitia o matrimônio entre homem e mulher.
O governo de Bermudas anunciou que vai recorrer da decisão e que a Justiça determinou que os casamentos de homossexuais só passam a valer daqui seis semanas.
O juiz Ian Kawaley anunciou nesta Quarta-Feira, 06, que muitos aspectos da lei de uniões domésticas são "inconstitucionais" e "inválidos", entre eles a própria proibição do casamento entre homossexuais.
O magistrado, além disso, lembrou que a Constituição das Bahamas concede "o direito à liberdade de consciência e credo".
No último dia 1º, a Lei de Uniões Domésticas entrou em vigor em Bermudas, uma norma que reconhecia e protegia as relações entre pessoas do mesmo sexo, mas que acabava com os casamentos entre homossexuais que colocaram o território ultramarino britânico em 2017 na vanguarda dos direitos sociais no mundo.
Bermudas, um arquipélago situado no Oceano Atlântico em frente à costa leste dos Estados Unidos, não permitia os casamentos entre pessoas do mesmo sexo devido à entrada em vigor da citada lei, que hoje foi revogada.
Por isso, o território formado por mais de 150 ilhas e com cerca de 65 mil habitantes passou de uma referência para a comunidade LGBT de todo o mundo para se transformar no primeiro a revogar uma lei que permitia a união entre pessoas do mesmo sexo.
O ministro de Assuntos Domésticos do país, Walton Brown, afirmou em comunicado que o governo tem a intenção de recorrer.
"Não está previsto que isso (a nova regra) entre em vigor imediatamente. Será em seis semanas para dar tempo para o governo decidir se recorre ou não", explicou o ministro.
As reações não demoraram e muitas organizações de defesa dos direitos dos homossexuais comemoraram a decisão, como a OUTBermuda, que se juntou ao requerimento de Ferguson e disse em comunicado que "o amor voltou a vencer".
"Nossos corações e esperanças estão cheios de agradecimentos para esta histórica decisão da Suprema Corte e por seu reconhecimento de que todas as famílias em Bermudas têm importância", celebrou a OUTBermuda.
A condição das Bermudas como destino turístico e o fato de que os casamentos entre pessoas do mesmo sexo também poderão ser celebrados em cruzeiros com bandeira desse país transformou o arquipélago em uma referência mundial, que agora recupera sua condição como um dos paraísos da comunidade LGBT.
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| Ilha de Bermudas volta a legalizar casamentos LGBT+ |

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