PAULISTANOS ESTÃO MAIS OTIMISTAS DIZ LEVANTAMENTO.
#Estudo mostra que 58% dos entrevistados acreditam na primeira enquanto 52% confiam na segunda. Por outro lado, a saúde pública foi classificada como ruim ou péssima por 56% dos entrevistados. Apenas 7% consideram o serviço "bom" ou "ótimo".
Mesmo que timidamente, o grau de satisfação do paulistano com a cidade melhorou em relação ao ano anterior. Apesar de apontar problemas nos serviços de saúde e educação pública, o morador ainda vê razões para acreditar na capital.
A constatação é de uma pesquisa da Rede Nossa São Paulo divulgada nesta semana, em comemoração ao aniversário de 465 anos da cidade, celebrado hoje.
Segundo o levantamento, a sensação de melhora na qualidade de vida subiu três pontos percentuais, de 21% para 24%.
Já a escala de satisfação do paulistano passou de 6, em 2017, para 6,3 no ano passado.
Há dois anos, o quesito atingiu 5,4. O número é considerado o nível mais baixo já registrado pelo órgão.
O estudo mostra ainda uma interrupção da tendência de queda na confiança nas instituições paulistas como o Metrô e a Sabesp.
Cerca de 58% dos entrevistados acreditam na primeira enquanto 52% confiam na segunda.
Por outro lado, a saúde pública foi classificada como ruim ou péssima por 56% dos entrevistados. Apenas 7% consideram o serviço "bom" ou "ótimo".
O levantamento mostra que dois terços dos paulistanos seguem sem plano de saúde privado.
Além disso, subiu em 23 dias, de 161 para 184 dias, o tempo médio para a realização de exames na saúde pública.
Quando o assunto muda para a educação, 51% consideram a gestão "ruim" ou "péssima" e apenas 13% aprovam a forma como o serviço vem sendo prestado. Apesar disso, 57% disse não ter que esperar por uma vaga na creche.
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| Paulistanos estão mais otimistas diz levantamento |

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