RIO FAZ PESQUISA PARA ESTIMAR TOTAL DE MENDIGOS QUE VAGAM PELA CAPITAL FLUMINENSE.
#Rio de Janeiro estima um total de pouco mais de dez mil mendigos que circulam pela cidade.
Após vários estabelecimentos aceitarem um desafio da internet para doar comida para pessoas em situação de rua, o Destak resolveu entender como funciona o acolhimento dessa população na cidade do Rio de Janeiro. Segundo a SMASDH (Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos), o número total dessa população não é claro. Por isso, uma nova pesquisa está em andamento.
A secretaria já se reuniu com o IPP (Instituto Pereira Passos) para iniciar as "negociações e pactuações de metodologia necessária" para se chegar a um número concreto. Segundo a assessoria, na gestão de Eduardo Paes, foi contabilizado o número das pessoas em situação de rua que estavam nas ruas por quatro dias, mas não foi levado em consideração as pessoas que estavam em abrigos e hotéis solidários, nem as crianças e adolescentes.
Na gestão Crivella, por sua vez, uma segunda pesquisa fala sobre o número de atendimentos. No entanto, uma pessoa pode ser atendida várias vezes. Logo, nenhum dos dois documentos consegue dimensionar o tamanho real dessa população, que é o objetivo desta terceira pesquisa que está em andamento.
Na cidade do Rio, há 32 abrigos públicos e três hotéis, além das vagas conveniadas com abrigos privados, o que totalizam 2.318 vagas. Na gestão atual, a média mensal de abordagens do Serviço Especializado de Abordagem Social é de 9.103. Para acolhimento, a média é de 998 no mês nas Centrais de Recepção de Crianças e Adolescentes, Adultos e Famílias e Idosos. Essas centrais são a porta de entrada do Acolhimento Institucional na cidade.
Em nota, a secretaria também ressalta que o acolhimento não é compulsório por lei. Por isso, durante as abordagens, é importante que a pessoa aceite fazer o cadastro, para que a situação dela possa ser acompanhada.
O atendimento à população em situação de rua no âmbito da assistência social é feito pelos CREAS (Centros de Referência Especializada de Assistência Social) e pelos Centros POP (Centros de Referência Especializada para População em Situação de Rua, Abrigos e Serviço Especializado de Abordagem Social). "Guardadas as especifidades, cada um desses serviços oferta atendimento especializado, acolhimento imediato na rede de abrigos, acesso ao cadastro único e a serviços e benefícios socioassistenciais, como o Programa Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada, dentre outros", explica a pasta.
A secretaria ressalta que além da abordagem e do acolhimento, ainda há os encaminhamentos para qualificação profissional que contam com articulação e apoio da SMDEI (Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação). "A SMASDH firma parceria com o Governo Federal e realiza o Programa Acessuas Trabalho, que tem como finalidade preparar e orientar a população em situação de rua para integrá-la ao Mundo do Trabalho", explica.
Escultura apresenta problema: Em novembro do ano passado, foi inaugurada a estátua "Jesus sem Teto", de autoria do canadense Timothy P. Schmalz, no jardim da Catedral Metropolitana do Rio. A obra retrata Jesus Cristo como morador de rua no Centro da cidade.
#chapolinchallenge: Tudo começou com uma postagem na página Chapolin Sincero do Instagram, que fez uma brincadeira, questionando o motivo pelo qual as pizzarias só funcionavam de noite. A Domino’s respondeu dizendo que o almoço da equipe do dia seguinte seria por conta da pizzaria.
No entanto, a página disse ter uma ideia melhor e propôs que a empresa doasse as pizzas para pessoas em situação de rua. A Domino’s não só aceitou como desafiou outros estabelecimentos a fazer o mesmo. Com a rapidez da internet, vários outros locais começaram a aderir o desafio e a espalhar um pouco de esperança pelas ruas.
Após vários estabelecimentos aceitarem um desafio da internet para doar comida para pessoas em situação de rua, o Destak resolveu entender como funciona o acolhimento dessa população na cidade do Rio de Janeiro. Segundo a SMASDH (Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos), o número total dessa população não é claro. Por isso, uma nova pesquisa está em andamento.
A secretaria já se reuniu com o IPP (Instituto Pereira Passos) para iniciar as "negociações e pactuações de metodologia necessária" para se chegar a um número concreto. Segundo a assessoria, na gestão de Eduardo Paes, foi contabilizado o número das pessoas em situação de rua que estavam nas ruas por quatro dias, mas não foi levado em consideração as pessoas que estavam em abrigos e hotéis solidários, nem as crianças e adolescentes.
Na gestão Crivella, por sua vez, uma segunda pesquisa fala sobre o número de atendimentos. No entanto, uma pessoa pode ser atendida várias vezes. Logo, nenhum dos dois documentos consegue dimensionar o tamanho real dessa população, que é o objetivo desta terceira pesquisa que está em andamento.
Na cidade do Rio, há 32 abrigos públicos e três hotéis, além das vagas conveniadas com abrigos privados, o que totalizam 2.318 vagas. Na gestão atual, a média mensal de abordagens do Serviço Especializado de Abordagem Social é de 9.103. Para acolhimento, a média é de 998 no mês nas Centrais de Recepção de Crianças e Adolescentes, Adultos e Famílias e Idosos. Essas centrais são a porta de entrada do Acolhimento Institucional na cidade.
Em nota, a secretaria também ressalta que o acolhimento não é compulsório por lei. Por isso, durante as abordagens, é importante que a pessoa aceite fazer o cadastro, para que a situação dela possa ser acompanhada.
O atendimento à população em situação de rua no âmbito da assistência social é feito pelos CREAS (Centros de Referência Especializada de Assistência Social) e pelos Centros POP (Centros de Referência Especializada para População em Situação de Rua, Abrigos e Serviço Especializado de Abordagem Social). "Guardadas as especifidades, cada um desses serviços oferta atendimento especializado, acolhimento imediato na rede de abrigos, acesso ao cadastro único e a serviços e benefícios socioassistenciais, como o Programa Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada, dentre outros", explica a pasta.
A secretaria ressalta que além da abordagem e do acolhimento, ainda há os encaminhamentos para qualificação profissional que contam com articulação e apoio da SMDEI (Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação). "A SMASDH firma parceria com o Governo Federal e realiza o Programa Acessuas Trabalho, que tem como finalidade preparar e orientar a população em situação de rua para integrá-la ao Mundo do Trabalho", explica.
Escultura apresenta problema: Em novembro do ano passado, foi inaugurada a estátua "Jesus sem Teto", de autoria do canadense Timothy P. Schmalz, no jardim da Catedral Metropolitana do Rio. A obra retrata Jesus Cristo como morador de rua no Centro da cidade.
#chapolinchallenge: Tudo começou com uma postagem na página Chapolin Sincero do Instagram, que fez uma brincadeira, questionando o motivo pelo qual as pizzarias só funcionavam de noite. A Domino’s respondeu dizendo que o almoço da equipe do dia seguinte seria por conta da pizzaria.
No entanto, a página disse ter uma ideia melhor e propôs que a empresa doasse as pizzas para pessoas em situação de rua. A Domino’s não só aceitou como desafiou outros estabelecimentos a fazer o mesmo. Com a rapidez da internet, vários outros locais começaram a aderir o desafio e a espalhar um pouco de esperança pelas ruas.
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| Rio de Janeiro contabiliza número total de mendigos na rua |

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