OFICIAL DE JUSTIÇA IMPEDE SAÍDA DE AVIÃO DA AVIANCA POR DÍVIDAS E PASSAGEIROS SÃO OBRIGADOS A DESCEREM DA AERONAVE.
#Avianca Brasil informa que tomou as medidas necessárias, que os passageiros impactados estão sendo atendidos e que segue operando normalmente.
Passageiros e tripulação de um voo da Avianca tiveram de descer da aeronave na noite desta terça-feira (4), no aeroporto de Brasília, após Justiça pedir execução do arresto da aeronave.
O oficial de justiça impediu o voo 6173, com destino a Congonhas (SP), atendendo ao pedido de um dos credores da Avianca para reaver a aeronave.
Dois arrendadores conseguiram liminar para a apreensão de aeronaves e duas delas estavam em Brasília. Por volta das 21h30, a Avianca conseguiu a suspensão das liminares.
O voo, que inicialmente sairia às 19h, foi remarcado para as 22h, de acordo com informações da administradora do aeroporto Juscelino Kubitscheck.
Em nota, a Avianca Brasil informa que tomou as medidas necessárias, que os passageiros impactados estão sendo atendidos e que segue operando normalmente.
A companhia entrou com o pedido de recuperação judicial no início do ano e, em março, assinou um acordo para vender uma parte da empresa para a concorrente Azul.
Sexta de decisão: Quarta maior companhia aérea do país, a Avianca Brasil volta à mesa de negociação com credores nesta sexta-feira para discutir o plano de recuperação judicial da empresa, pedido à Justiça em dezembro. Será a segunda tentativa de votar o plano - a primeira, na semana passada, foi suspensa por falta de quórum .
A companhia chega ao encontro numa delicada situação financeira: com dívidas de R$ 2,8 bilhões e tendo que custear as operações com empréstimos financeiros das concorrentes Azul e Gol, a Avianca corre o risco de ter a falência decretada pela Justiça paulista caso não haja acordo.
Apesar da gravidade da situação, há o risco de a assembleia desta sexta-feira ser adiada novamente. O motivo: as centenas de credores podem pedir mais prazo para analisar o novo plano de recuperação apresentado pela companhia na quarta-feira. Nele, os bens da Avianca - como aviões, tripulação, slots (autorizações de pouso e decolagens em aeroportos) e o programa de fidelidade Amigo - podem ser divididos em sete unidades produtivas isoladas (UPIs), como são chamadas as empresas constituídas para irem à leilão em processos de recuperação.
A ideia é leiloar os ativos separadamente, de modo a atrair diversas companhias aéreas e juntar mais recursos para o pagamento das dívidas. Gol e Latam já se comprometeram a aportar US$ 70 milhões, cada uma, para levar duas dessas unidades. Antes, o plano era criar apenas uma UPI com ativos a serem vendidos para a Azul por US$ 105 milhões.
Caso o plano da Avianca vá à votação nesta sexta - e seja aprovado -, o próximo passo será o juiz Tiago Limongi, titular da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da capital paulista, marcar datas para os leilões das sete UPIs. Inicialmente previsto para 18 de abril, o certame provavelmente será postergado por algumas semanas para o mercado ‘digerir’ a proposta, de acordo com especialistas ouvidos em condição de anonimato.
Passageiros e tripulação de um voo da Avianca tiveram de descer da aeronave na noite desta terça-feira (4), no aeroporto de Brasília, após Justiça pedir execução do arresto da aeronave.
O oficial de justiça impediu o voo 6173, com destino a Congonhas (SP), atendendo ao pedido de um dos credores da Avianca para reaver a aeronave.
Dois arrendadores conseguiram liminar para a apreensão de aeronaves e duas delas estavam em Brasília. Por volta das 21h30, a Avianca conseguiu a suspensão das liminares.
O voo, que inicialmente sairia às 19h, foi remarcado para as 22h, de acordo com informações da administradora do aeroporto Juscelino Kubitscheck.
Em nota, a Avianca Brasil informa que tomou as medidas necessárias, que os passageiros impactados estão sendo atendidos e que segue operando normalmente.
A companhia entrou com o pedido de recuperação judicial no início do ano e, em março, assinou um acordo para vender uma parte da empresa para a concorrente Azul.
Sexta de decisão: Quarta maior companhia aérea do país, a Avianca Brasil volta à mesa de negociação com credores nesta sexta-feira para discutir o plano de recuperação judicial da empresa, pedido à Justiça em dezembro. Será a segunda tentativa de votar o plano - a primeira, na semana passada, foi suspensa por falta de quórum .
A companhia chega ao encontro numa delicada situação financeira: com dívidas de R$ 2,8 bilhões e tendo que custear as operações com empréstimos financeiros das concorrentes Azul e Gol, a Avianca corre o risco de ter a falência decretada pela Justiça paulista caso não haja acordo.
Apesar da gravidade da situação, há o risco de a assembleia desta sexta-feira ser adiada novamente. O motivo: as centenas de credores podem pedir mais prazo para analisar o novo plano de recuperação apresentado pela companhia na quarta-feira. Nele, os bens da Avianca - como aviões, tripulação, slots (autorizações de pouso e decolagens em aeroportos) e o programa de fidelidade Amigo - podem ser divididos em sete unidades produtivas isoladas (UPIs), como são chamadas as empresas constituídas para irem à leilão em processos de recuperação.
A ideia é leiloar os ativos separadamente, de modo a atrair diversas companhias aéreas e juntar mais recursos para o pagamento das dívidas. Gol e Latam já se comprometeram a aportar US$ 70 milhões, cada uma, para levar duas dessas unidades. Antes, o plano era criar apenas uma UPI com ativos a serem vendidos para a Azul por US$ 105 milhões.
Caso o plano da Avianca vá à votação nesta sexta - e seja aprovado -, o próximo passo será o juiz Tiago Limongi, titular da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da capital paulista, marcar datas para os leilões das sete UPIs. Inicialmente previsto para 18 de abril, o certame provavelmente será postergado por algumas semanas para o mercado ‘digerir’ a proposta, de acordo com especialistas ouvidos em condição de anonimato.

Nenhum comentário