BRASIL POSSUI 12 MILHÕES DE DESEMPREGADOS RELATA PNAD CONTINUA.
#Percentual de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado do país chegou a 74,3%, no segundo trimestre. Os maiores de trabalho formal foram registrados em Santa Catarina (87,6%), Rio Grande do Sul (83,3%) e Paraná (81,4%) e os menores, no Maranhão (50,3%), Piauí (52,0%) e Pará (52,7%).
A taxa de desemprego do país caiu para 12% no segundo trimestre de 2019. É um recuo de 0.7 pontos percentuais em relação aos três primeiros meses do ano e de 0.4 na comparação com o último trimestre de 2018. Em números absolutos, o país tem hoje 12,8 milhões de desempregados.
Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quinta-feira (15), 10 Estados tiveram queda no número de desocupados. Porém, 26,2% dos trabalhadores - o equivalente a 3,347 milhões de pessoas - estão em busca de emprego há pelo menos dois anos. É o maior índice para um trimestre desde 2012.
"A proporção de pessoas à procura de trabalho em períodos mais curtos está diminuindo, mas têm crescido nos mais longos. Parte delas pode ter conseguido emprego, mas outra aumentou seu tempo de procura", diz a analista da pesquisa, Adriana Beringuy.
A taxa de mão de obra subutilizada (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação a força de trabalho ampliada) foi de 24,8% no segundo trimestre.
Já o número de desalentados (pessoas que desistiram de procurar emprego) chega a 4,9 milhões. O percentual de desalento foi de 4,4%, mantendo o recorde da série histórica.
Carteira assinada: O percentual de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado do país chegou a 74,3%, no segundo trimestre. Os maiores de trabalho formal foram registrados em Santa Catarina (87,6%), Rio Grande do Sul (83,3%) e Paraná (81,4%) e os menores, no Maranhão (50,3%), Piauí (52,0%) e Pará (52,7%).
Já a proporção de empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado foi de 25,7%. As UFs com os maiores percentuais de informalidade foram no Maranhão (49,7%), Piauí (48,0%) e Pará (47,3%).
Trabalho por conta própria: O percentual da população ocupada do país trabalhando por conta própria é de 25,9%. As unidades da federação com os maiores percentuais foram Pará (35,6%), Amapá (35,1%) e Amazonas (34,3%) e os menores estavam no Distrito Federal (19,6%), Mato Grosso do Sul (20,9%) e São Paulo (21,7%).
Tempo de procura: Em relação ao tempo de procura, 45,6% estavam em busca de trabalho pelo período entre um mês e um ano; 26,2%, há dois anos ou mais, 14,2%, de um ano a menos de dois anos e 14,0%, há menos de um mês. O Brasil tem 3,3 milhões de pessoas em busca de trabalho há 2 anos ou mais.
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| Brasil possui 12 milhões de desempregados |

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