BRASIL CONFIRMA 70 CASOS DE COVID-19 APÓS ALERTA DE EPIDEMIA.
#Organização Mundial de Saúde declarou pandemia pelo novo coronavírus. Para o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, a organização demorou a reconhecer o cenário.
O Brasil já soma 69 casos confirmados do novo coronavírus. À tarde o Ministério da Saúde confirmou 52 casos. No final da tarde, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia confirmou um novo caso. E à noite o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, divulgou a confirmação de 16 novos casos.
Entre as novas confirmações do Ministério da Saúde, 11 ocorreram em São Paulo, cinco no Rio de Janeiro, uma no Rio Grande do Sul e outra no Distrito Federal.
Com a atualização, ao menos sete estados e o Distrito Federal já têm registros do covid-19. O maior número ocorre em São Paulo, onde há 30 casos confirmados até o momento.
Também registram casos: Rio de Janeiro (13), Bahia (2), Rio Grande do Sul (2), Minas Gerais (1), Espírito Santo (1), Alagoas (1) e Distrito Federal (2).
O novo caso na Bahia é de uma mulher de 68 anos, de Feira de Santana, que teve contato com a segunda paciente do estado com a covid-19 – trata-se, portanto, de transmissão local da doença. A paciente tem sintomas leves e está em isolamento domiciliar.
Nesta quarta, a Organização Mundial de Saúde declarou pandemia pelo novo coronavírus. Para o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, a organização demorou a reconhecer o cenário.
“Teimaram comigo. Falei: é uma pandemia, e desde a semana passada o Brasil já trata como pandemia. Se você tem uma transmissão sustentada em tantos países, como vou ficar procurando país por país, quem veio de onde? Isso pelo menos três semanas atrás já era impraticável pelos sistemas de saúde”, afirmou.
Segundo ele, com a declaração de pandemia, a ideia é que o país passe a usar como critério para identificar casos a ocorrência de sintomas e histórico de viagem internacional, além do contato com casos confirmados.
Até então, o Brasil considerava para essa análise a ocorrência de febre e outros sintomas e histórico de viagem a países da América do Norte, Europa e Ásia, além de Equador, Argélia e Austrália. Agora, todos os países entram na lista, afirma.
Caso em Porto Alegre: Após chegar de viagem à Itália, na região de Bergamo, na última sexta-feira (6), uma mulher de 54 anos foi confirmada com o coronavírus nesta quarta-feira (11), em Porto Alegre. Este é o primeiro caso da doença na capital gaúcha e o segundo no Rio Grande do Sul.
A mulher procurou seu médico que notificou a Vigilância Sanitária. Os sintomas, como febre e dor no corpo iniciaram no sábado (7). A coleta para o teste foi realizada na casa da paciente, evitando circulação e deslocamento em estabelecimentos de saúde.
Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o Rio Grande do Sul tem, no momento, 56 casos suspeitos e 144 descartados.
A filha da mulher, que também esteve na Itália, apresentou sintomas e realizou coleta domiciliar. O exame foi encaminhado ao Laboratório Central do Estado (Lacen) e aguarda o resultado. Um casal que estava no mesmo voo também está sendo monitorado, segundo a prefeitura.
“Estes procedimentos adotados permitem que o vírus chegue de maneira gradual e não abruptamente na cidade, contribuindo para que o sistema se habitue com os casos registrados”, disse o secretário municipal de saúde, Pablo Stürmer, em coletiva de imprensa na manhã desta quarta.
Na terça-feira (10), um homem de 60 anos, da cidade gaúcha de Campo Bom, que esteve em Milão, foi o primeiro caso confirmado no Estado.
Postos de saúde preparados: Segundo o ministério, os mais de 42 mil postos de saúde espalhados pelo País são capazes de atender 90% dos casos de coronavírus. Estudos da pasta indicam que a grande maioria dos casos de Covid-19 são mais leves e poderiam ser atendidos nesse nível de atenção. A população pode buscar os serviços quando apresentar os sintomas iniciais do vírus, como febre baixa, tosse, dor de garganta e coriza.
Para o secretário executivo do Ministério da Saúde, os serviços na Atenção Primária estão preparados para enfrentar a epidemia de coronavírus. “A priorização da Atenção Primária pelo ministro Luiz Henrique Mandetta foi acertada e deixou o País mais forte para enfrentar a circulação do coronavírus no Brasil”, destacou João Gabbardo.
Uma das ações de reforço na Atenção Primária é a alteração de alguns critérios do Saúde na Hora para facilitar a adesão dos municípios ao programa que estende o horário de atendimento dos postos de saúde. Atualmente, cerca de 1.520 postos de saúde já participam do programa, em 238 municípios. Com a nova medida, a pasta pretende ampliar o horário de funcionamento em mais de 6,7 mil unidades (5,2 mil a mais) em cerca de 1,5 municípios, ampliando a cobertura de atendimento para mais de 40 milhões de pessoas.
O Brasil já soma 69 casos confirmados do novo coronavírus. À tarde o Ministério da Saúde confirmou 52 casos. No final da tarde, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia confirmou um novo caso. E à noite o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, divulgou a confirmação de 16 novos casos.
Entre as novas confirmações do Ministério da Saúde, 11 ocorreram em São Paulo, cinco no Rio de Janeiro, uma no Rio Grande do Sul e outra no Distrito Federal.
Com a atualização, ao menos sete estados e o Distrito Federal já têm registros do covid-19. O maior número ocorre em São Paulo, onde há 30 casos confirmados até o momento.
Também registram casos: Rio de Janeiro (13), Bahia (2), Rio Grande do Sul (2), Minas Gerais (1), Espírito Santo (1), Alagoas (1) e Distrito Federal (2).
O novo caso na Bahia é de uma mulher de 68 anos, de Feira de Santana, que teve contato com a segunda paciente do estado com a covid-19 – trata-se, portanto, de transmissão local da doença. A paciente tem sintomas leves e está em isolamento domiciliar.
Nesta quarta, a Organização Mundial de Saúde declarou pandemia pelo novo coronavírus. Para o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, a organização demorou a reconhecer o cenário.
“Teimaram comigo. Falei: é uma pandemia, e desde a semana passada o Brasil já trata como pandemia. Se você tem uma transmissão sustentada em tantos países, como vou ficar procurando país por país, quem veio de onde? Isso pelo menos três semanas atrás já era impraticável pelos sistemas de saúde”, afirmou.
Segundo ele, com a declaração de pandemia, a ideia é que o país passe a usar como critério para identificar casos a ocorrência de sintomas e histórico de viagem internacional, além do contato com casos confirmados.
Até então, o Brasil considerava para essa análise a ocorrência de febre e outros sintomas e histórico de viagem a países da América do Norte, Europa e Ásia, além de Equador, Argélia e Austrália. Agora, todos os países entram na lista, afirma.
Caso em Porto Alegre: Após chegar de viagem à Itália, na região de Bergamo, na última sexta-feira (6), uma mulher de 54 anos foi confirmada com o coronavírus nesta quarta-feira (11), em Porto Alegre. Este é o primeiro caso da doença na capital gaúcha e o segundo no Rio Grande do Sul.
A mulher procurou seu médico que notificou a Vigilância Sanitária. Os sintomas, como febre e dor no corpo iniciaram no sábado (7). A coleta para o teste foi realizada na casa da paciente, evitando circulação e deslocamento em estabelecimentos de saúde.
Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o Rio Grande do Sul tem, no momento, 56 casos suspeitos e 144 descartados.
A filha da mulher, que também esteve na Itália, apresentou sintomas e realizou coleta domiciliar. O exame foi encaminhado ao Laboratório Central do Estado (Lacen) e aguarda o resultado. Um casal que estava no mesmo voo também está sendo monitorado, segundo a prefeitura.
“Estes procedimentos adotados permitem que o vírus chegue de maneira gradual e não abruptamente na cidade, contribuindo para que o sistema se habitue com os casos registrados”, disse o secretário municipal de saúde, Pablo Stürmer, em coletiva de imprensa na manhã desta quarta.
Na terça-feira (10), um homem de 60 anos, da cidade gaúcha de Campo Bom, que esteve em Milão, foi o primeiro caso confirmado no Estado.
Postos de saúde preparados: Segundo o ministério, os mais de 42 mil postos de saúde espalhados pelo País são capazes de atender 90% dos casos de coronavírus. Estudos da pasta indicam que a grande maioria dos casos de Covid-19 são mais leves e poderiam ser atendidos nesse nível de atenção. A população pode buscar os serviços quando apresentar os sintomas iniciais do vírus, como febre baixa, tosse, dor de garganta e coriza.
Para o secretário executivo do Ministério da Saúde, os serviços na Atenção Primária estão preparados para enfrentar a epidemia de coronavírus. “A priorização da Atenção Primária pelo ministro Luiz Henrique Mandetta foi acertada e deixou o País mais forte para enfrentar a circulação do coronavírus no Brasil”, destacou João Gabbardo.
Uma das ações de reforço na Atenção Primária é a alteração de alguns critérios do Saúde na Hora para facilitar a adesão dos municípios ao programa que estende o horário de atendimento dos postos de saúde. Atualmente, cerca de 1.520 postos de saúde já participam do programa, em 238 municípios. Com a nova medida, a pasta pretende ampliar o horário de funcionamento em mais de 6,7 mil unidades (5,2 mil a mais) em cerca de 1,5 municípios, ampliando a cobertura de atendimento para mais de 40 milhões de pessoas.
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| Brasil bate recorde de Covid-19 |

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