UBER, FACEBOOK, TWITTER, GOOGLE, APPLE E NETFLIX DIVULGAM NOTA DE REPÚDIO CONTRA TRUMP.
Grandes empresas de entretenimento social online emitiram nota de repúdio durante o final de semana contra a decisão de Donald Trump em banir entrada pessoas vindas do Oriente Médio.
Os CEOs da Netflix, Google e da Apple, entre outros, se manifestaram contra a medida recomendando que todos os funcionários a trabalho fora do país retornem imediatamente aos Estados Unidos.
GOOGLE: O indiano, Sundar Pichai, do Google, escreveu um memorando à companhia criticando o decreto do presidente Donald Trump: "É doloroso ver o custo pessoal deste decreto em nossos colegas". "'Estamos tristes como essa medida pode impor restrições a funcionários da Google e suas famílias, ou como ela pode criar barreiras para trazer grandes talentos aos Estados Unidos". escreveu.
APPLE: A Apple, Tim Cook, lembrou em um E-mail interno para os funcionários que: "A Apple não existiria sem imigração", uma vez que o fundador da companhia, Steve Jobs, é filho de sírios. O diretor também disse que “compartilha da preocupação” de todos quanto ao decreto do presidente.
NETFLIX & FACEBOOK: Mark Zuckerberg e Reed Hastings , CEO do Facebook e da Netflix fizeram manifestações menos formais quanto ao assunto, via seus perfis nas redes sociais. “Os Estados Unidos são uma nação de imigrantes, e devíamos nos orgulhar disso”, afirmou Mark Zuckerberg. Hastings, por sua vez, classificou a medida como “não-americana”, e chamou a população dos Estados Unidos a “dar os braços” e lutar contra o decreto de Donald Trump.
UBER: O diretor-executivo do serviço de transporte privado urbano Uber, Travis Kalanick,expressou sua preocupação com a política do presidente e afirmou que seus funcionários também foram atingidos por este golpe. De acordo com ele, o decreto afetou "milhares de motoristas".
TWITTER: O chefe do Twitter, Jack Dorsey, expressou solidariedade e disse que suas empresas obtiveram mais sucesso graças ao trabalho do imigrantes. Dorsey frisou que o novo decreto prejudica a economia.
Os CEOs da Netflix, Google e da Apple, entre outros, se manifestaram contra a medida recomendando que todos os funcionários a trabalho fora do país retornem imediatamente aos Estados Unidos.
GOOGLE: O indiano, Sundar Pichai, do Google, escreveu um memorando à companhia criticando o decreto do presidente Donald Trump: "É doloroso ver o custo pessoal deste decreto em nossos colegas". "'Estamos tristes como essa medida pode impor restrições a funcionários da Google e suas famílias, ou como ela pode criar barreiras para trazer grandes talentos aos Estados Unidos". escreveu.
APPLE: A Apple, Tim Cook, lembrou em um E-mail interno para os funcionários que: "A Apple não existiria sem imigração", uma vez que o fundador da companhia, Steve Jobs, é filho de sírios. O diretor também disse que “compartilha da preocupação” de todos quanto ao decreto do presidente.
NETFLIX & FACEBOOK: Mark Zuckerberg e Reed Hastings , CEO do Facebook e da Netflix fizeram manifestações menos formais quanto ao assunto, via seus perfis nas redes sociais. “Os Estados Unidos são uma nação de imigrantes, e devíamos nos orgulhar disso”, afirmou Mark Zuckerberg. Hastings, por sua vez, classificou a medida como “não-americana”, e chamou a população dos Estados Unidos a “dar os braços” e lutar contra o decreto de Donald Trump.
UBER: O diretor-executivo do serviço de transporte privado urbano Uber, Travis Kalanick,expressou sua preocupação com a política do presidente e afirmou que seus funcionários também foram atingidos por este golpe. De acordo com ele, o decreto afetou "milhares de motoristas".
TWITTER: O chefe do Twitter, Jack Dorsey, expressou solidariedade e disse que suas empresas obtiveram mais sucesso graças ao trabalho do imigrantes. Dorsey frisou que o novo decreto prejudica a economia.
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