GIRO DA NOTÍCIA

BRASIL É O PAÍS ONDE MAIS SE MATA LGBTS DO MUNDO.

#LGBT registrou 343 mortes em 2016 batendo novo recorde.


Monitoramento da Rede Nacional de Pessoas Trans do Brasil, (Rede Trans Brasil), mostra números elevados em casos de agressão e morte de travestis, transgeneros e transexuais no país. Segundo o instituto, foram registrados 25 mortes nos quatro primeiro meses de 2017.

A população de travestis e transexuais correspondeu a 42% das mortes, num total de 144 vítimas em 2016. De acordo com a organização, as pessoas trans correm 14 vezes mais risco de morrer que gays e lésbicas. O GGB ressalta que os números são bem maiores pelo fato de não serem oficiais.

Segundo o levantamento do Grupo Gay da Bahia, (GGB), um dos principais órgãos de monitoramento de violência homossexual do país, mostra que 2016 foi o ano mais violento para a comunidade LGBT, (Lésbica-Gay-Bissexual-Travesti-Transexual e Transgenero), com um total de 343 mortes. São Paulo é o estado com maiores casos de vítimas da homofobia com 49 assassinatos no ano anterior.

O relatório do Grupo Gay da Bahia é feito com base em notícias e informações que chegam ao conhecimento do instituto adjunto aos registros de denuncias em delegacias do Brasil.

A crueldade e repercussão da morte de Dandara, morta à puladas no inicio do ano, que ganhou repercussão mundial, mostra a gravidade da situação em que vivem os LGBTs do Brasil. O caso atraiu, para a periferia de Fortaleza, equipes de TV e de jornais dos Estados Unidos e da Europa e não tevê atenção do poder público brasileiro.

Uma das principais lutas dos LGBTs é a legalização da criminalização da homofobia, que tramita no congresso sem atualizações e que foi arquivado em 2014.
Infográfico mostra o total de mortes nos últimos anos

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