TEMPORAL DO RIO PROVOCOU R$ 182 MILHÕES DE PREJUÍZO AO COMÉRCIO CARIOCA.
#Sondagem ouviu 354 estabelecimentos comerciais nos bairros mais atingidos. Falta de funcionários que não conseguiram chegar ao local de trabalho foi apontada por 51,4% dos empresários entrevistados como principal consequência do temporal de segunda-feira, enquanto 28,9% dos locais sofreram danos devido ao alagamento do estabelecimento ou depósito.
O forte temporal da última segunda-feira (8) causou um prejuízo de R$ 182,8 milhões ao comércio carioca, segundo uma pesquisa do Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises, da Fecomércio RJ (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio de Janeiro).
Nos bairros mais afetados pelo temporal, 76% dos estabelecimentos disseram ter sido prejudicados. A sondagem ouviu 354 estabelecimentos comerciais do Alto da Boa Vista, Barra/Barrinha, Rocinha, Jardim Botânico, Copacabana, Barra/RioCentro, Vidigal, Recreio dos Bandeirantes, Urca, Sepetiba, Campo Grande, Grota Funda, Guaratiba e Jacarepaguá/Cidade de Deus. Esses bairros tiveram maior índice pluviométrico no dia 8, de acordo com medições do Sistema Alerta Rio.
A falta de funcionários que não conseguiram chegar ao local de trabalho foi apontada por 51,4% dos empresários entrevistados como principal consequência do temporal de segunda-feira, enquanto 28,9% dos locais sofreram danos devido ao alagamento do estabelecimento ou depósito. Para 16,9%, as avarias na estrutura física prejudicaram os negócios. Em 14,1% dos estabelecimentos, o caminhão com mercadorias não chegou. Entre aqueles que afirmaram ter sido afetados, 64,1% tiveram perda ou queda no faturamento.
A maioria dos entrevistados avaliou que demorará entre um mês (54,9%) até três meses (20,4%) para recuperar o prejuízo. João Gomes disse que o problema é mais grave para aqueles estabelecimentos (64,1%) que tiveram prejuízo com as chuvas do dia 6 de fevereiro. "Nem haviam se recuperado da primeira e tomaram novo prejuízo pela segunda vez. Foram duplamente afetados".
Desse total de 64,1% empresários prejudicados em fevereiro, 56% disseram ter perdas maiores no temporal de segunda-feira e 33% informaram ter tido prejuízo igual nas duas tempestades.
*Com Agência Brasil
O forte temporal da última segunda-feira (8) causou um prejuízo de R$ 182,8 milhões ao comércio carioca, segundo uma pesquisa do Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises, da Fecomércio RJ (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio de Janeiro).
Nos bairros mais afetados pelo temporal, 76% dos estabelecimentos disseram ter sido prejudicados. A sondagem ouviu 354 estabelecimentos comerciais do Alto da Boa Vista, Barra/Barrinha, Rocinha, Jardim Botânico, Copacabana, Barra/RioCentro, Vidigal, Recreio dos Bandeirantes, Urca, Sepetiba, Campo Grande, Grota Funda, Guaratiba e Jacarepaguá/Cidade de Deus. Esses bairros tiveram maior índice pluviométrico no dia 8, de acordo com medições do Sistema Alerta Rio.
A falta de funcionários que não conseguiram chegar ao local de trabalho foi apontada por 51,4% dos empresários entrevistados como principal consequência do temporal de segunda-feira, enquanto 28,9% dos locais sofreram danos devido ao alagamento do estabelecimento ou depósito. Para 16,9%, as avarias na estrutura física prejudicaram os negócios. Em 14,1% dos estabelecimentos, o caminhão com mercadorias não chegou. Entre aqueles que afirmaram ter sido afetados, 64,1% tiveram perda ou queda no faturamento.
A maioria dos entrevistados avaliou que demorará entre um mês (54,9%) até três meses (20,4%) para recuperar o prejuízo. João Gomes disse que o problema é mais grave para aqueles estabelecimentos (64,1%) que tiveram prejuízo com as chuvas do dia 6 de fevereiro. "Nem haviam se recuperado da primeira e tomaram novo prejuízo pela segunda vez. Foram duplamente afetados".
Desse total de 64,1% empresários prejudicados em fevereiro, 56% disseram ter perdas maiores no temporal de segunda-feira e 33% informaram ter tido prejuízo igual nas duas tempestades.
*Com Agência Brasil
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Temporal no Rio provoca prejuízo bilionário ao comércio |
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