APROVAÇÃO AO GOVERNO BOLSONARO CAI DRASTICAMENTE SENDO O PIOR PRESIDENTE DESDE FHC.
#Pesquisa do Datafolha, segundo a qual 33% da população aprova o governo de JairBolsonaro enquanto outros 33% o reprovam, é fruto da preferência do presidente em priorizar, nos primeiros seis meses de mandato , setores da sociedade que votaram nele.
divisão revelada pela última pesquisa do Datafolha, segundo a qual 33% da população aprova o governo de JairBolsonaro enquanto outros 33% o reprovam, é fruto da preferência do presidente em priorizar, nos primeiros seis meses de mandato , setores da sociedade que votaram nele. A opinião é de cientistas políticos ouvidos pelo GLOBO, que veem a polarização como um prolongamento da campanha eleitoral de 2018.
Segundo eles, Bolsonaro tenta reverter críticas à sua gestão buscando constantemente manifestações de apoio popular, seja por meio de atos de rua ou por eventos no meio do povo. O cenário também é explicado, dizem os analistas, pela falta de uma pauta que ataque temas mais amplos, como o desemprego, por exemplo, e não que interessam só a determinado setor, como armas.
Segundo Marco Antônio Teixeira, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), a opção de governar para determinados setores faz com que esses grupos se sintam valorizados e os impeça de "abandonar o barco" por mais que os indicadores de apoio público ao governo deteriorem. Por outro lado, gera uma oposição ainda mais rígida, capaz de atrapalhar a aprovação de projetos importantes.
"A polarização pode ser explicada porque o presidente da República e parcela da oposição ainda não desceram do palanque. O próprio presidente, numa reunião com setores do agronegócio, chegou a dizer para eles que "esse governo é de vocês". Bolsonaro ainda não percebeu, ou não quer perceber, que ele é presidente de todos" declara Teixeira.
A nova pesquisa Datafolha, de avaliação do governo do presidente Jair Bolsonaro, divulgada nesta segunda (8), concluiu que, após seis meses, 33% dos eleitores brasileiros aprovam e 33% desaprovam.
Em abril, passados três meses de gestão, os que consideraram o governo Bolsonaro ótimo ou bom somavam 32%; agora, em julho, esse número oscilou para 33%. Regular eram 33%, e agora, 31%. Ruim ou péssimo eram 30% e nesta pesquisa, 33%; Em abril, 4% não souberam ou não responderam; e agora 2%.
A pesquisa também comparou a avaliação do presidente Bolsonaro com a dos outros presidentes eleitos para um primeiro mandato. Bolsonaro registrou o menor índice de aprovação desde o governo Fernando Collor, em 1990.
Nos seis primeiros meses do governo Fernando Collor, então no PRN, 34% consideraram o governo ótimo ou bom. No mesmo período do primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, 40% avaliaram o governo como ótimo ou bom.
Foram 42% os que avaliaram como ótimo ou bom o governo Lula, do PT, após os seis primeiros meses do primeiro mandato. Dos entrevistados, 49% avaliaram como ótimo ou bom os seis primeiros meses do primeiro governo de Dilma Rousseff, também do PT.
Agora, após seis meses de mandato, 33% dos eleitores consideraram ótimo ou bom o governo de Jair Bolsonaro, do PSL.
O Datafolha ouviu 2.086 pessoas, em 130 municípios, nos dias 4 e 5 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95%.
divisão revelada pela última pesquisa do Datafolha, segundo a qual 33% da população aprova o governo de JairBolsonaro enquanto outros 33% o reprovam, é fruto da preferência do presidente em priorizar, nos primeiros seis meses de mandato , setores da sociedade que votaram nele. A opinião é de cientistas políticos ouvidos pelo GLOBO, que veem a polarização como um prolongamento da campanha eleitoral de 2018.
Segundo eles, Bolsonaro tenta reverter críticas à sua gestão buscando constantemente manifestações de apoio popular, seja por meio de atos de rua ou por eventos no meio do povo. O cenário também é explicado, dizem os analistas, pela falta de uma pauta que ataque temas mais amplos, como o desemprego, por exemplo, e não que interessam só a determinado setor, como armas.
Segundo Marco Antônio Teixeira, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), a opção de governar para determinados setores faz com que esses grupos se sintam valorizados e os impeça de "abandonar o barco" por mais que os indicadores de apoio público ao governo deteriorem. Por outro lado, gera uma oposição ainda mais rígida, capaz de atrapalhar a aprovação de projetos importantes.
"A polarização pode ser explicada porque o presidente da República e parcela da oposição ainda não desceram do palanque. O próprio presidente, numa reunião com setores do agronegócio, chegou a dizer para eles que "esse governo é de vocês". Bolsonaro ainda não percebeu, ou não quer perceber, que ele é presidente de todos" declara Teixeira.
A nova pesquisa Datafolha, de avaliação do governo do presidente Jair Bolsonaro, divulgada nesta segunda (8), concluiu que, após seis meses, 33% dos eleitores brasileiros aprovam e 33% desaprovam.
Em abril, passados três meses de gestão, os que consideraram o governo Bolsonaro ótimo ou bom somavam 32%; agora, em julho, esse número oscilou para 33%. Regular eram 33%, e agora, 31%. Ruim ou péssimo eram 30% e nesta pesquisa, 33%; Em abril, 4% não souberam ou não responderam; e agora 2%.
A pesquisa também comparou a avaliação do presidente Bolsonaro com a dos outros presidentes eleitos para um primeiro mandato. Bolsonaro registrou o menor índice de aprovação desde o governo Fernando Collor, em 1990.
Nos seis primeiros meses do governo Fernando Collor, então no PRN, 34% consideraram o governo ótimo ou bom. No mesmo período do primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, 40% avaliaram o governo como ótimo ou bom.
Foram 42% os que avaliaram como ótimo ou bom o governo Lula, do PT, após os seis primeiros meses do primeiro mandato. Dos entrevistados, 49% avaliaram como ótimo ou bom os seis primeiros meses do primeiro governo de Dilma Rousseff, também do PT.
Agora, após seis meses de mandato, 33% dos eleitores consideraram ótimo ou bom o governo de Jair Bolsonaro, do PSL.
O Datafolha ouviu 2.086 pessoas, em 130 municípios, nos dias 4 e 5 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95%.
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| Aprovação ao governo Bolsonaro é o pior desde FHC |

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