INVESTIGAÇÃO APONTA QUE 2.5 MIL TONELADAS DE ÓLEO FOI DERRAMADO NA COSTA NORDESTINA.
#Polícia Federal desencadeou uma operação para cumprir mandados na sede da empresa Lachmann Agência Marítima, responsável pelo navio. Em nota, a Lachmann afirma que não é alvo da investigação da PF, e que foi solicitada para colaborar com as investigações.
Os investigadores estimam que 2,5 mil toneladas de óleo foram derramados no oceano pelo navio Bouboulina, de bandeira grega, suspeito do crime ambiental que atingiu praias dos nove estados do Nordeste. A Polícia Federal ainda não sabe, entretanto, se o houve um acidente ou vazamento do navio.
Nesta sexta-feira (1º), a Polícia Federal desencadeou uma operação para cumprir mandados na sede da empresa Lachmann Agência Marítima, responsável pelo navio. Em nota, a Lachmann afirma que não é alvo da investigação da PF, e que foi solicitada para colaborar com as investigações.
Isso porque, segundo alega, em 2016 atuou como prestadora de serviço para a empresa dona do navio suspeito. "A agência marítima é uma prestadora de serviços para as empresas de navegação, não tendo nenhum vínculo ou ingerência sobre a operacionalidade, navegabilidade e propriedade das embarcações", diz a Lachmann no comunicado à imprensa.
"Nós temos a prova da materialidade e indícios suficientes de autoria. O que nos falta são as circunstâncias desse crime, se é doloso, se é culposo, se foi um descarte ou vazamento", afirmou o delegado da Polícia Federal no Rio Grande do Norte, Agostinho Cascardo.
Os investigadores estimam que 2,5 mil toneladas de óleo foram derramados no oceano pelo navio Bouboulina, de bandeira grega, suspeito do crime ambiental que atingiu praias dos nove estados do Nordeste. A Polícia Federal ainda não sabe, entretanto, se o houve um acidente ou vazamento do navio.
Nesta sexta-feira (1º), a Polícia Federal desencadeou uma operação para cumprir mandados na sede da empresa Lachmann Agência Marítima, responsável pelo navio. Em nota, a Lachmann afirma que não é alvo da investigação da PF, e que foi solicitada para colaborar com as investigações.
Isso porque, segundo alega, em 2016 atuou como prestadora de serviço para a empresa dona do navio suspeito. "A agência marítima é uma prestadora de serviços para as empresas de navegação, não tendo nenhum vínculo ou ingerência sobre a operacionalidade, navegabilidade e propriedade das embarcações", diz a Lachmann no comunicado à imprensa.
"Nós temos a prova da materialidade e indícios suficientes de autoria. O que nos falta são as circunstâncias desse crime, se é doloso, se é culposo, se foi um descarte ou vazamento", afirmou o delegado da Polícia Federal no Rio Grande do Norte, Agostinho Cascardo.
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| Mais de 2,5 mil toneladas de óleo são derramadas no Nordeste |

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