POLÊMICA: PROJETO NO SENADO PREVÊ QUE APENAS MÉDICOS FAÇAM TATUAGENS NO BRASIL.
#Tatuagens poderão serem feitas apenas por médicos prevê o texto.
Um projeto de lei no senado, prevê que apenas profissionais acadêmicos em medicina possam fazer tatuagem no Brasil. O projeto apto para votação, é de autoria de Lúcia Vânia, senadora pelo (PSB-GO). O texto foi publicado no site oficial do senado.
No entanto, o projeto se estende à área de atuação dos tatuadores. O texto define que atividades tais como a inserção de tinta na pele seriam privativas de médicos. A publicação explica que, caso o texto seja aprovado sem alterações, somente médicos poderão exercer os seguintes procedimentos:
O projeto prevê novas regras em atividades onde apenas médicos possam vir realizar. O objetivo é preservar a saúde do paciente e evitar que pessoas sem qualificação realizam trabalhos de auto risco."Alguns profissionais passaram a se aventurar em atividades que exigiam formação médica, porém sem a qualificação necessária. Além de colocar em risco a vida e a saúde dos pacientes, a ausência de definição legal sobre as competências privativas do médico possibilitava que esse profissional transferisse a terceiros suas responsabilidades",diz o texto no site do Senado.
Através de um quiz no site do senado, internautas puderam escolher entre "contra" e a "favor". Na votação com resultado aberto ao público, 106 mil pessoas votaram contra a aprovação do projeto, enquanto mais de 75 mil se mostraram a favor.
No entanto, o projeto se estende à área de atuação dos tatuadores. O texto define que atividades tais como a inserção de tinta na pele seriam privativas de médicos. A publicação explica que, caso o texto seja aprovado sem alterações, somente médicos poderão exercer os seguintes procedimentos:
O projeto prevê novas regras em atividades onde apenas médicos possam vir realizar. O objetivo é preservar a saúde do paciente e evitar que pessoas sem qualificação realizam trabalhos de auto risco."Alguns profissionais passaram a se aventurar em atividades que exigiam formação médica, porém sem a qualificação necessária. Além de colocar em risco a vida e a saúde dos pacientes, a ausência de definição legal sobre as competências privativas do médico possibilitava que esse profissional transferisse a terceiros suas responsabilidades",diz o texto no site do Senado.
Através de um quiz no site do senado, internautas puderam escolher entre "contra" e a "favor". Na votação com resultado aberto ao público, 106 mil pessoas votaram contra a aprovação do projeto, enquanto mais de 75 mil se mostraram a favor.
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Texto prevê que apenas médicos possam realizar o trabalho. |
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