IRÃ BARRA REDES SOCIAIS PARA EVITAR PROTESTOS.
#Yabarzade esclareceu ainda que esta medida será aplicada por um período determinado de tempo e é circunstancial.
As autoridades do Irã restringiram neste domingo o acesso às redes sociais, após as manifestações de protesto ocorridas em diferentes cidades do país contra as políticas econômicas do governo.
O vice-ministro do Interior para temas políticos, Esmail Yabarzade, disse que "que quando há algum conflito, é natural o uso de algumas ferramentas para controlar as concentrações ilegais", segundo informou a agência oficial iraniana de notícias "IRNA".
Yabarzade esclareceu ainda que esta medida será aplicada por um período determinado de tempo e é circunstancial. "Estas decisões são temporárias", garantiu Yabarzade, que assegurou que "o governo não tem a intenção de fechar as redes sociais" de modo permanente.
Desde esta tarde alguns canais da rede social Telegram deixaram de funcionar e, em geral, a rede funciona com cortes.
Quase todas as convocações para participar nos protestos têm sido realizadas por redes sociais.
Por fim, Yabarzade explicou que o Irã está investigando para saber quem está por trás destes acontecimentos e acrescentou que "a caixa preta dos recentes acontecimentos está sob revisão e ainda não acabaram as investigações".
As autoridades do Irã restringiram neste domingo o acesso às redes sociais, após as manifestações de protesto ocorridas em diferentes cidades do país contra as políticas econômicas do governo.
O vice-ministro do Interior para temas políticos, Esmail Yabarzade, disse que "que quando há algum conflito, é natural o uso de algumas ferramentas para controlar as concentrações ilegais", segundo informou a agência oficial iraniana de notícias "IRNA".
Yabarzade esclareceu ainda que esta medida será aplicada por um período determinado de tempo e é circunstancial. "Estas decisões são temporárias", garantiu Yabarzade, que assegurou que "o governo não tem a intenção de fechar as redes sociais" de modo permanente.
Desde esta tarde alguns canais da rede social Telegram deixaram de funcionar e, em geral, a rede funciona com cortes.
Quase todas as convocações para participar nos protestos têm sido realizadas por redes sociais.
Por fim, Yabarzade explicou que o Irã está investigando para saber quem está por trás destes acontecimentos e acrescentou que "a caixa preta dos recentes acontecimentos está sob revisão e ainda não acabaram as investigações".
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