GIRO DA NOTÍCIA

FALTA DE EQUIPAMENTOS DE ACESSIBILIDADE E SEGURANÇA ATRASA ENTREGA DO MERCADO PÚBLICO DE MACAPÁ.


#Mercado Central está em obras desde 2015, com uma série de entregas adiadas. A intervenção deve custar mais de R$ 3,6 milhões aos cofres públicos, financiados pelo Fundo Calha Norte através de um convênio com a prefeitura da cidade.









A obra do Mercado Central de Macapá não será entregue em setembro, como havia previsto a Secretaria Municipal de Obras (Semob), em julho. O motivo é a falta de equipamentos de acessibilidade, como elevador e a instalação de gás encanado e itens de combate a incêndio. O novo prazo é que a obra seja entregue em novembro.

A última data estipulada venceu no dia 15. Mesmo com a obra 98% concluída, ainda faltam detalhes na finalização, como a estrutura elétrica e a instalação de equipamentos de acessibilidade.

A Semob aguarda a chegada de um elevador comprado fora do estado. Ainda falta ser construída a escada para parte superior do prédio.

“Existem alguns serviços que são necessários para a conclusão da obra que não estavam na planilha inicial da licitação. Então foi necessário um aditivo de serviço, que são as instalações de prevenção de combate a incêndio, as instalações de gás encanado, e junto com isso também um pequeno ajuste de prazo”, disse David Covre, titular da Semob.

Ainda existem obras no entorno do Mercado Central, mas, para não atrasar ainda mais a entrega do projeto, a Semob decidiu intervir somente na frente, de onde foram retirados cerca de 20 empreendedores e realocados no espaço. O projeto prevê que no local será construída uma praça, que deve ser entregue junto com o prédio.

“As pessoas que já trabalhavam no mercado, elas retornam, e, além disso, novos empreendedores, porque a prefeitura ampliou a quantidade de box”, acrescentou Covre.

Inaugurado em 1953, o Mercado Central está em obras desde 2015, com uma série de entregas adiadas. A intervenção deve custar mais de R$ 3,6 milhões aos cofres públicos, financiados pelo Fundo Calha Norte através de um convênio com a prefeitura da cidade.

Construído em frente à Fortaleza de São José, o Mercado Central se tornou um tradicional ponto do comércio de alimentos e produtos diversos. Assim que entregue, o espaço vai receber 70 empreendimentos, entre lanchonetes e restaurantes.



Mercado Central não será entrega dentro do prazo

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