GIRO DA NOTÍCIA

POLÍCIA PRENDE GRUPO DE ATIVISTAS QUE PROTESTAVAM EM FRENTE AO PALÁCIO DO PLANALTO.

#PMDF informou que os cerca de 30 ativistas que estiveram no local levaram troncos de árvores para via pública e que a "tinta preta misturada com óleo e amido de milho" usados na ação teriam causado danos ao ambiente.





A Polícia Militar do Distrito Federal deteve um grupo de ativistas do Greenpeace que fazia uma manifestação em frente ao Palácio do Planalto na manhã desta quarta-feira (23).

O protesto da ONG consistiu na montagem de um cenário que simulava uma praia atingida por vazamento de óleo, como ocorre em mais de 200 pontos do litoral. Parte dos manifestantes usava luvas manchadas de preto, lembrando os voluntários e pescadores que estão trabalhando na remoção do óleo.

Em nota, a PMDF informou que os cerca de 30 ativistas que estiveram no local levaram troncos de árvores para via pública e que a "tinta preta misturada com óleo e amido de milho" usados na ação teriam causado danos ao ambiente:

"Todos os 30 manifestantes foram encaminhados à 5ª DP e poderão responder pela lei 9.0605/98, a qual dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente", disse a corporação em comunicado.

Segundo um advogado do Greenpeace, o grupo é acusado de ter incorrido em "infração de trânsito" ou "dano ao patrimônio", em função de alegado dano ao mármore e às grades do Palácio do Planalto com a tinta usada o protesto. A ONG nega, afirmando que usou tinta lavável, atóxica e amido de milho na ação.

O Palácio do Planalto disse que não se pronunciará sobre o caso. Em nota, o Ministério do Meio Ambiente disse que "Não bastasse não ajudar na limpeza das praias, o Greenpeace ainda depreda o patrimônio público".

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