GESTÃO COVAS LANÇA EDITAL DO AUTÓDROMO DE INTERLAGOS. POR 35 ANOS.
#Lançada no fim do terceiro ano da atual administração, a medida é uma das principais propostas do pacote de desestatização proposto pelo ex-prefeito João Doria (PSDB). Inicialmente, a prefeitura queria vender o complexo. No entanto, decidiu conceder o equipamento e justificou a decisão como uma maneira de garantir a permanência da Fórmula 1 na capital paulista.
A gestão Bruno Covas (PSDB) lançou nesta quarta-feira (6) o edital de concessão por 35 anos do autódromo de Interlagos. O vencedor será o responsável pela reforma, gestão, manutenção e exploração econômica do complexo de 900 mil m², onde hoje ocorre o Grande Prêmio de Fórmula 1.
Lançada no fim do terceiro ano da atual administração, a medida é uma das principais propostas do pacote de desestatização proposto pelo ex-prefeito João Doria (PSDB). Inicialmente, a prefeitura queria vender o complexo. No entanto, decidiu conceder o equipamento e justificou a decisão como uma maneira de garantir a permanência da Fórmula 1 na capital paulista.
O lançamento da concessão ocorre em momento que há disputa entre São Paulo e Rio de Janeiro para sediar a corrida.
"É mais um passo importante para que a gente possa garantir a continuidade do grande prêmio aqui na cidade de São Paulo", disse o prefeito Bruno Covas, em vídeo gravado no hospital Sírio-Libanês, onde faz tratamento de câncer.
Segundo o secretário de governo, Mauro Ricardo, a prefeitura terá preferência de uso do espaço de 80 dias, período no qual poderá ceder o autódromo para a realização da Fórmula 1 e outros eventos. A licitação ocorrerá na modalidade concorrência internacional.
A ideia é finalizar a concessão até o mês de março de 2020. Como contrapartida, foi estabelecido o pagamento mínimo fixo de R$ 198 milhões e outorga variável de R$ 177 milhões. Somando economia de gastos, recolhimento de impostos e taxas, entre outros, a prefeitura estima em R$ 1 bilhão os benefícios econômicos da concessão.
O vencedor na disputa será quem oferecer maior valor de outorga fixa. Em troca dos pagamentos, o concessionário poderá sediar eventos e construir um hotel e um shopping, entre outras possibilidades.
Composto pelo autódromo José Carlos Pace e pelo kartódromo Ayrton Senna, o complexo deverá abrigar, além dos eventos automobilísticos já realizados, equipamentos de lazer e cultura. Entre as exigências, está a comprovação de experiência como operador de no mínimo uma prova oficial homologada por entidades como FIA (Federação Internacional de Automobilismo) ou CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo).
HISTÓRICO: Apresentado inicialmente pelo então prefeito e hoje governador do estado, João Doria, o projeto sob análise na câmara previa a alienação do equipamento, ou seja, a sua venda. A proposta chegou a ser aprovada em primeiro turno de votação, mas, na sequência, sofreu duras críticas por parte dos vereadores que alegaram falta de mais discussões sobre o tema.
Para acelerar o trâmite, Bruno Covas afirmou que não queria mais vender o equipamento, mas concedê-lo à iniciativa privada. A nova proposta foi transformada em projeto de lei, que ganhou a maioria dos votos do legislativo municipal - em especial, a bancada aliada ao prefeito.
Inicialmente, a prefeitura prefeitura previa uma outorga fixa de R$ 300 milhões. Após consulta pública, a gestão avaliou que o valor não condizia com a realidade e baixou para R$ 198 milhões. A outorga variável, por outro lado, teve índice aumentado de 5% para 9%.
Covas negocia, desde o último GP do Brasil (em novembro de 2018), a renovação do contrato - válido até 2020. No entanto, foi surpreendido após o presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmar que queria levar as provas para o Rio de Janeiro.
De acordo com o secretário da Casa Civil, Orlando Faria, as negociações estão acontecendo normalmente. O objetivo é fechar o acordo no início do ano que vem.
A gestão Bruno Covas (PSDB) lançou nesta quarta-feira (6) o edital de concessão por 35 anos do autódromo de Interlagos. O vencedor será o responsável pela reforma, gestão, manutenção e exploração econômica do complexo de 900 mil m², onde hoje ocorre o Grande Prêmio de Fórmula 1.
Lançada no fim do terceiro ano da atual administração, a medida é uma das principais propostas do pacote de desestatização proposto pelo ex-prefeito João Doria (PSDB). Inicialmente, a prefeitura queria vender o complexo. No entanto, decidiu conceder o equipamento e justificou a decisão como uma maneira de garantir a permanência da Fórmula 1 na capital paulista.
O lançamento da concessão ocorre em momento que há disputa entre São Paulo e Rio de Janeiro para sediar a corrida.
"É mais um passo importante para que a gente possa garantir a continuidade do grande prêmio aqui na cidade de São Paulo", disse o prefeito Bruno Covas, em vídeo gravado no hospital Sírio-Libanês, onde faz tratamento de câncer.
Segundo o secretário de governo, Mauro Ricardo, a prefeitura terá preferência de uso do espaço de 80 dias, período no qual poderá ceder o autódromo para a realização da Fórmula 1 e outros eventos. A licitação ocorrerá na modalidade concorrência internacional.
A ideia é finalizar a concessão até o mês de março de 2020. Como contrapartida, foi estabelecido o pagamento mínimo fixo de R$ 198 milhões e outorga variável de R$ 177 milhões. Somando economia de gastos, recolhimento de impostos e taxas, entre outros, a prefeitura estima em R$ 1 bilhão os benefícios econômicos da concessão.
O vencedor na disputa será quem oferecer maior valor de outorga fixa. Em troca dos pagamentos, o concessionário poderá sediar eventos e construir um hotel e um shopping, entre outras possibilidades.
Composto pelo autódromo José Carlos Pace e pelo kartódromo Ayrton Senna, o complexo deverá abrigar, além dos eventos automobilísticos já realizados, equipamentos de lazer e cultura. Entre as exigências, está a comprovação de experiência como operador de no mínimo uma prova oficial homologada por entidades como FIA (Federação Internacional de Automobilismo) ou CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo).
HISTÓRICO: Apresentado inicialmente pelo então prefeito e hoje governador do estado, João Doria, o projeto sob análise na câmara previa a alienação do equipamento, ou seja, a sua venda. A proposta chegou a ser aprovada em primeiro turno de votação, mas, na sequência, sofreu duras críticas por parte dos vereadores que alegaram falta de mais discussões sobre o tema.
Para acelerar o trâmite, Bruno Covas afirmou que não queria mais vender o equipamento, mas concedê-lo à iniciativa privada. A nova proposta foi transformada em projeto de lei, que ganhou a maioria dos votos do legislativo municipal - em especial, a bancada aliada ao prefeito.
Inicialmente, a prefeitura prefeitura previa uma outorga fixa de R$ 300 milhões. Após consulta pública, a gestão avaliou que o valor não condizia com a realidade e baixou para R$ 198 milhões. A outorga variável, por outro lado, teve índice aumentado de 5% para 9%.
Covas negocia, desde o último GP do Brasil (em novembro de 2018), a renovação do contrato - válido até 2020. No entanto, foi surpreendido após o presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmar que queria levar as provas para o Rio de Janeiro.
De acordo com o secretário da Casa Civil, Orlando Faria, as negociações estão acontecendo normalmente. O objetivo é fechar o acordo no início do ano que vem.
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