IBIRAPUERA LIDERA RANKING DE MELHOR PARQUE DE SP.
#Parque Ibirapuera aparece no topo da lista, com a melhor nota geral, na escala de zero a cinco: 4,49. É seguido pelo Parque Estadual Villa-Lobos (4,48) e o Parque Municipal do Povo (4,44), ambos na Zona Oeste, na segunda e terceira posições. A pior nota é a do Parque Municipal Juliana de Carvalho Torres (1,63), localizado na mesma região.
Os visitantes de 77 parques da cidade de São Paulo terão em breve uma ferramenta inédita e gratuita. Trata-se do aplicativo IP (Indicador de Parques Urbanos), desenvolvido pela Fundação Aron Birmann. Ele traz um estudo exclusivo que avalia, ranqueia e fornece as principais informações sobre os parques urbanos da cidade.
A iniciativa é fruto de parceria entre a entidade e a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (SVMA). A assinatura deste acordo de cooperação, assim como os resultados do estudo (realizado em 2019), aconteceu nessa quinta-feira, 5.
O Indicador terá duas versões: uma com critérios objetivos, aplicada por equipes mistas de técnicos da Fundação e da Prefeitura, e outra pela população, por meio do aplicativo. Os parques serão comparados anualmente, entre si, criando essa classificação de qualidade e permitindo reavaliações ao longo do tempo. A população, por sua vez, poderá observar se os espaços melhoraram ou pioraram em sua gestão e classificação.
No estudo de 2019, o Parque Ibirapuera aparece no topo da lista, com a melhor nota geral, na escala de zero a cinco: 4,49. É seguido pelo Parque Estadual Villa-Lobos (4,48) e o Parque Municipal do Povo (4,44), ambos na Zona Oeste, na segunda e terceira posições. A pior nota é a do Parque Municipal Juliana de Carvalho Torres (1,63), localizado na mesma região.
"Foi um trabalho minucioso realizado por grandes profissionais e que renderá frutos para toda a população de São Paulo. Queremos ver a melhoria destes espaços ano a ano. A ideia do lançamento do aplicativo, junto com a divulgação do estudo, é justamente dar voz aos visitantes para que façam suas críticas, deem sugestões e sejam ativos na transformação destes ambientes. É uma forma destes usuários participarem da discussão que tem sido tão presente nos últimos anos na gestão pública", ressalta Rafael Birmann, presidente da Fundação.
"Ao divulgar um ranking e oferecer um aplicativo interativo, não só mostramos o status de qualidade do espaço, como provocamos o usuário. Esperamos que sua contribuição nos auxilie no planejamento de ações capazes de aprimorar cada vez mais os nossos parques", considera o secretário da SVMA, Eduardo de Castro.
Elaboração: Realizado em 2019, o estudo, que contempla 77 parques urbanos de São Paulo, foi concebido e planejado pela arquiteta Raquel Domingues, diretora da Fundação Aron Birmann. A coordenação da aplicação – que envolveu toda a logística dos trabalhos de campo - coube à Carolina Coroa, também arquiteta urbanista e administradora do Parque Burle Marx.
O trabalho foi desenvolvido conjuntamente por profissionais de diversas áreas, como arquitetura, engenharia e paisagismo, da Fundação e da SVMA. Seis destes parques – Jardim Primavera, Quississana, Ecológico de Campo Cerrado, Leopoldina, Altos da Baronesa e Jacques Cousteau – não foram avaliados por estarem inacessíveis ou fechados.
O formulário contemplou quatro áreas: infraestrutura básica; manutenção e manejo; segurança e serviços de gestão. Nelas estão avaliadas 21 categorias, com itens específicos e relevantes para a percepção da qualidade de um parque urbano.
"Avaliamos com uma nota de 0 a 5, que vai de 'muito ruim' a 'ótimo', multiplicada por seu peso de relevância. A soma dessas avaliações gerou uma nota final ponderada. Nesta edição, a do Ibirapuera atingiu a melhor nota: 4,49. A intenção é, no futuro, avaliar anualmente todos os parques urbanos de São Paulo, tanto municipais como estaduais, já que os cerca de 120 parques fazem parte da vida dos paulistanos", ressalta Carolina.
Raquel Domingues, autora e desenvolvedora do indicador, avalia: "Com o engajamento da população nesse tema, criaremos um ambiente propício para todos participarem juntos dessas melhorias. População e poder público serão responsáveis por dar esse grande passo para os nossos parques, nossa cidade e nossa sociedade. Espero que o IP, que a Fundação Aron Birmann e a Secretaria do Verde estão implantando em São Paulo, traga essa evolução que tanto buscamos".
O aplicativo: A partir de segunda-feira, 9, a ferramenta estará disponível para download na Apple Store e também no Google Play, gratuitamente, permitindo que os usuários façam suas próprias avaliações conforme suas percepções pessoais. Serão os mesmos itens avaliativos dos profissionais envolvidos no projeto, mas sem uma metodologia tão rígida. Assim, como a avaliação da equipe técnica, haverá soma de pontos e cálculo de uma nota ponderada final. Os dois indicadores (do público e da equipe técnica) serão divulgados anualmente.
Os visitantes de 77 parques da cidade de São Paulo terão em breve uma ferramenta inédita e gratuita. Trata-se do aplicativo IP (Indicador de Parques Urbanos), desenvolvido pela Fundação Aron Birmann. Ele traz um estudo exclusivo que avalia, ranqueia e fornece as principais informações sobre os parques urbanos da cidade.
A iniciativa é fruto de parceria entre a entidade e a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (SVMA). A assinatura deste acordo de cooperação, assim como os resultados do estudo (realizado em 2019), aconteceu nessa quinta-feira, 5.
O Indicador terá duas versões: uma com critérios objetivos, aplicada por equipes mistas de técnicos da Fundação e da Prefeitura, e outra pela população, por meio do aplicativo. Os parques serão comparados anualmente, entre si, criando essa classificação de qualidade e permitindo reavaliações ao longo do tempo. A população, por sua vez, poderá observar se os espaços melhoraram ou pioraram em sua gestão e classificação.
No estudo de 2019, o Parque Ibirapuera aparece no topo da lista, com a melhor nota geral, na escala de zero a cinco: 4,49. É seguido pelo Parque Estadual Villa-Lobos (4,48) e o Parque Municipal do Povo (4,44), ambos na Zona Oeste, na segunda e terceira posições. A pior nota é a do Parque Municipal Juliana de Carvalho Torres (1,63), localizado na mesma região.
"Foi um trabalho minucioso realizado por grandes profissionais e que renderá frutos para toda a população de São Paulo. Queremos ver a melhoria destes espaços ano a ano. A ideia do lançamento do aplicativo, junto com a divulgação do estudo, é justamente dar voz aos visitantes para que façam suas críticas, deem sugestões e sejam ativos na transformação destes ambientes. É uma forma destes usuários participarem da discussão que tem sido tão presente nos últimos anos na gestão pública", ressalta Rafael Birmann, presidente da Fundação.
"Ao divulgar um ranking e oferecer um aplicativo interativo, não só mostramos o status de qualidade do espaço, como provocamos o usuário. Esperamos que sua contribuição nos auxilie no planejamento de ações capazes de aprimorar cada vez mais os nossos parques", considera o secretário da SVMA, Eduardo de Castro.
Elaboração: Realizado em 2019, o estudo, que contempla 77 parques urbanos de São Paulo, foi concebido e planejado pela arquiteta Raquel Domingues, diretora da Fundação Aron Birmann. A coordenação da aplicação – que envolveu toda a logística dos trabalhos de campo - coube à Carolina Coroa, também arquiteta urbanista e administradora do Parque Burle Marx.
O trabalho foi desenvolvido conjuntamente por profissionais de diversas áreas, como arquitetura, engenharia e paisagismo, da Fundação e da SVMA. Seis destes parques – Jardim Primavera, Quississana, Ecológico de Campo Cerrado, Leopoldina, Altos da Baronesa e Jacques Cousteau – não foram avaliados por estarem inacessíveis ou fechados.
O formulário contemplou quatro áreas: infraestrutura básica; manutenção e manejo; segurança e serviços de gestão. Nelas estão avaliadas 21 categorias, com itens específicos e relevantes para a percepção da qualidade de um parque urbano.
"Avaliamos com uma nota de 0 a 5, que vai de 'muito ruim' a 'ótimo', multiplicada por seu peso de relevância. A soma dessas avaliações gerou uma nota final ponderada. Nesta edição, a do Ibirapuera atingiu a melhor nota: 4,49. A intenção é, no futuro, avaliar anualmente todos os parques urbanos de São Paulo, tanto municipais como estaduais, já que os cerca de 120 parques fazem parte da vida dos paulistanos", ressalta Carolina.
Raquel Domingues, autora e desenvolvedora do indicador, avalia: "Com o engajamento da população nesse tema, criaremos um ambiente propício para todos participarem juntos dessas melhorias. População e poder público serão responsáveis por dar esse grande passo para os nossos parques, nossa cidade e nossa sociedade. Espero que o IP, que a Fundação Aron Birmann e a Secretaria do Verde estão implantando em São Paulo, traga essa evolução que tanto buscamos".
O aplicativo: A partir de segunda-feira, 9, a ferramenta estará disponível para download na Apple Store e também no Google Play, gratuitamente, permitindo que os usuários façam suas próprias avaliações conforme suas percepções pessoais. Serão os mesmos itens avaliativos dos profissionais envolvidos no projeto, mas sem uma metodologia tão rígida. Assim, como a avaliação da equipe técnica, haverá soma de pontos e cálculo de uma nota ponderada final. Os dois indicadores (do público e da equipe técnica) serão divulgados anualmente.
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Ibirapuera é eleito melhor parque de SP |
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